ATIVIDADE EXPRESSIVA
Após meditação cada aluno escolhe e recortam três figuras,
paisagens, animais, o que ele se identifica.

Como seria a nossa vida se olhássemos para os símbolos que elas nos envia e que não notamos nem percebermos por estarmos ocupado demais com outras tarefas. A cada dia símbolos e mensagens soa enviadas para nós, mas não notamos.
Como seria a nossa vida se as nossas escolhas estivesem em sintomia com o nosso eu superior e refletissem sempre a busca da harmonia e do aprimoramento pessoal.
Imagine que todo o conhecimento da humanidade esteja na sua frente de modo que você possa se espelhar nas melhores experiência vivida e aplicá-las na sua vida e desfrutar desse resultado que os símbolos arquetípicos possam ajudá-lo.

Veja cada mandala construída para que seja revelada:
Lado esquerdo- Onde estou- Minha realidade. Minha forma de aceitar a transformação interna.
Centro- Ponte entre o consciente e inconsciente, nosso eu superior interno. Nosso templo sagrado.
Direita- Aonde desejo chegar. Direção que está a caminho. O que desejo acessar.

Observação:
Cada um de vocês vão analisar a mandala do seu colega focando na cor do circulo escolhido que se refere ao chacra que precisa equilibar.
Numeros de elementos que foram inserido na mandala.
Simbologia do numero três.
Formas- animais, pássaros, borboletas, círculo, cruz, gotas, olho, flores, mãos, coração, símbolo do infinito, relâmpago, arco-íris, espiral, quadrado, estrela, árvore, triângulo, teia. Cores utilizada na mandala.

Toda a mandala é um reflexo do nosso eu.Corresponde a nossa situação interior no momento,representa o nosso self, a totalidade da personalidade como um todo, que, se tudo vai bem, é harmonioso,  e que mostra o impulso natural para vivenciar o nosso potencial e realizar o padrão da nossa perosnalidade integral.
O crescimento rumo á totalidade é um processo natural que traz à luz a singularidade e a individualidade de uma pessoa.  Jung defendia uma respeitosa atenção aos´simbolos do inconsciente como forma de promover a evolução pessoal. E via no aparecimento espontâneo de mandalas em sonhos, na imaginação e no trabalho artístico evidências de que a individuação estava ocorrendo.

O resultado dessa individuação é a integração harmoniosa da personalidade com o self, o princípio unificador central.

Jung escreveu que o motivo básico da mandala é a premonição de um centro da personalidade, uma espécie de ponto central da psique com o qual tudo está relacionado, pelo qual tudo é organizado e que é em si mesmo uma fonte de energia. A energia do ponto central manifesta-se na quase irresistível compulsão e ímpeto de tornar-se aquilo que de fato se é, assim como todo organismo é levado a assumir a forma característica da sua natureza, não importam as circunstâncias, se assim pode dizer, como o self.(1973, 73).

Exemplo para analisar uma mandala.

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