Casa Madre Teodora dos Idosos

Lembre-se: o idoso é aquele que já ouviu muito; enxergou longe; falou e aconselhou a todos.
O cuidador é aquele que deve ajudar a preservar os meios de comunicação do idoso, o mais saudável possível, com paciência, dedicação e carinho.
Enquanto formos adolescentes, jovens ou adultos somos capazes de cuidarmos nós mesmos de nossa saúde. Por mais que sejamos criteriosos na busca do nosso bem estar e da melhor qualidade de vida possível, inevitavelmente, um dia seremos idosos e precisaremos da atenção dos que nos cercam sejam eles entes queridos, parentes ou instituições especializadas. Apresentamos a seguir algumas dicas práticas e bem objetivas sobre cuidados com os idosos.

CRONOGRAMA DAS ATIVIDADES
Fevereiro-05-12-19-26
Março- 05-12-19-26
Abril- 02-09-16-23-30
Maio- 07-14-21-28
Junho- 04-11-18-25
Julho- 02-09-16-23-30
Agosto- 06-13-20-27
Setembro- 03-10-17-24
Outubro- 01-08-15-22-29
Novembro-05-12-19-26
Dezembro- 03-10-17

Para doações, acesse o site Casa Madre Teodora dos Idosos em casadoidoso.org.br

Os idosos são hoje 14,5 milhões de pessoas, 8,6% da população total do País, segundo o Instituto Brasileiro
de Geografia e Estatística (IBGE), com base no Censo 2000. O instituto considera idosas as pessoas com
60 anos ou mais, mesmo limite de idade considerado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para os
países em desenvolvimento. Em uma década, o número de idosos no Brasil cresceu 17%, em 1991,
ele correspondia a 7,3% da população.

O envelhecimento da população brasileira é reflexo do aumento da expectativa de vida, devido ao avanço no campo da saúde e à redução da taxa de natalidade. Prova disso é a participação dos idosos com 75 anos ou mais no total da população - em 1991, eles eram 2,4 milhões (1,6%) e, em 2000, 3,6 milhões (2,1%).
A população brasileira vive, hoje, em média, de 68,6 anos, 2,5 anos a mais do que no início da década de 90. Estima-se que em 2020 a população com mais de 60 anos no País deva chegar a 30 milhões de pessoas
(13% do total), e a esperança de vida, a 70,3 anos.

O quadro é um retrato do que acontece com os países como o Brasil, que está envelhecendo ainda na fase do desenvolvimento. Já os países desenvolvidos tiveram um período maior, cerca de cem anos, para se adaptar.
A geriatra Andrea Prates, do Centro Internacional para o Envelhecimento Saudável, prevê que, nas próximas décadas, três quartos da população idosa do mundo esteja nos países em desenvolvimento.

A importância dos idosos para o País não se resume à sua crescente participação no total da população.
Boa parte dos idosos hoje são chefes de família e nessas famílias a renda média é superior àquelas chefiadas por adultos não-idosos. Segundo o Censo 2000, 62,4% dos idosos e 37,6% das idosas são chefes de família, somando 8,9 milhões de pessoas. Além disso, 54,5% dos idosos chefes de família vivem com os seus filhos e os sustentam.

O auto cuidado ou .cuidar de si. representa a essência da existência humana.
Todavia, cuidar do outro. representa a essência da cidadania, do desprendimento, da
doação, do amor como diz o mandamento bíblico: .Ama o próximo como a ti mesmo.
O idoso, por sua longa vivência, experiência e ensinamentos, um dia, cansado,
com poucas forças, incapaz de se cuidar, necessitará do desprendimento, do
amparo, da ajuda do .outro., que é o cuidador.

O que é ser cuidador?
Cuidador é um ser humano de qualidades especiais, expressas pelo forte traço de amor à humanidade, de solidariedade e de doação. Costuma doar-se ou voluntariar-se para as áreas de sua vocação ou inclinação. Seus préstimos têm sempre um cunho de ajuda e apoio humanos, com relações afetivas e compromissos positivos.

E quem é o cuidador do idoso?
É a pessoa capacitada para auxiliar o idoso o qual apresenta limitações para realizar as atividades e tarefas da vida quotidiana, fazendo elo entre o idoso, a família e serviços de saúde ou da comunidade.

O envelhecimento é um processo de diminuição progressiva de habilidades motoras, sensitivas e de conhecimento. Isto pode levar a:
• apego aos próprios valores;
• dificuldade de aceitar o novo;
• supervalorização da própria história de vida;
• conflitos com a realidade atual.

2. O que ocorre com a pessoa, no aspecto emocional, no processo de envelhecimento?
As mudanças mais encontradas são:
Labilidade
afetiva
Depressão
Comportamento
de queixa

A RELAÇÃO IDOSO-CUIDADOR
Mudança rápida de humor, explosão diante de estímulos insignificantes.
Prostração, alteração do apetite e do sono, autoestima baixa, falta de interesse pelo que se passa à sua volta, irritabilidade, forte sentimento de culpa.
Diminuição da capacidade em se adaptar à realidade e a frustrações, tendo como consequência queixas frequentes.
O cuidador deve:
• evitar o isolamento do idoso, solicitando-o o máximo possível;
• estimular o idoso a ler em voz alta, comentar artigos de jornais, revistas, noticiários, etc;
• levar o idoso a participar de eventos sociais, aniversários, celebrações religiosas, etc. Estatuto do Idoso
Após sete anos tramitando no Congresso, o Estatuto do Idoso foi aprovado em setembro de 2003 e sancionado pelo presidente da República no mês seguinte, ampliando os direitos dos cidadãos com idade acima de 60 anos. Mais abrangente que a Política Nacional do Idoso, lei de 1994 que dava garantias à terceira idade, o estatuto institui penas severas para quem desrespeitar ou abandonar cidadãos da terceira idade. Veja os principais pontos do estatuto:

Saúde
O idoso tem atendimento preferencial no Sistema Único de Saúde (SUS).
A distribuição de remédios aos idosos, principalmente os de uso continuado (hipertensão, diabetes etc.), deve ser gratuita, assim como a de próteses e órteses.
Os planos de saúde não podem reajustar as mensalidades de acordo com o critério da idade.
O idoso internado ou em observação em qualquer unidade de saúde tem direito a acompanhante, pelo tempo determinado pelo profissional de saúde que o atende.

Transportes Coletivos
Os maiores de 65 anos têm direito ao transporte coletivo público gratuito. Antes do estatuto, apenas algumas cidades garantiam esse benefício aos idosos. A carteira de identidade é o comprovante exigido.
Nos veículos de transporte coletivo é obrigatória a reserva de 10% dos assentos para os idosos, com aviso legível.
Nos transportes coletivos interestaduais, o estatuto garante a reserva de duas vagas gratuitas em cada veículo para idosos com renda igual ou inferior a dois salários mínimos. Se o número de idosos exceder o previsto, eles devem ter 50% de desconto no valor da passagem, considerando-se sua renda.

Violência e Abandono
Nenhum idoso poderá ser objeto de negligência, discriminação, violência, crueldade ou opressão.
Quem discriminar o idoso, impedindo ou dificultando seu acesso a operações bancárias, aos meios de transporte ou a qualquer outro meio de exercer sua cidadania pode ser condenado e a pena varia de seis meses a um ano de reclusão, além de multa.
Famílias que abandonem o idoso em hospitais e casas de saúde, sem dar respaldo para suas necessidades básicas, podem ser condenadas a penas de seis meses a três anos de detenção e multa.
Para os casos de idosos submetidos a condições desumanas, privados da alimentação e de cuidados indispensáveis, a pena para os responsáveis é de dois meses a um ano de prisão, além de multa. Se houver a morte do idoso, a punição será de 4 a 12 anos de reclusão.
Qualquer pessoa que se aproprie ou desvie bens, cartão magnético (de conta bancária ou de crédito), pensão ou qualquer rendimento do idoso é passível de condenação, com pena que varia de um a quatro anos de prisão, além de multa.

Entidades de Atendimento ao Idoso
O dirigente de instituição de atendimento ao idoso responde civil e criminalmente pelos atos praticados contra o idoso. A fiscalização dessas instituições fica a cargo do Conselho Municipal do Idoso de cada cidade, da Vigilância Sanitária e do Ministério Público.
A punição em caso de mau atendimento aos idosos vai de advertência e multa até a interdição da unidade e a proibição do atendimento aos idosos.

Lazer, Cultura e Esporte
Todo idoso tem direito a 50% de desconto em atividades de cultura, esporte e lazer.

Trabalho
É proibida a discriminação por idade e a fixação de limite máximo de idade na contratação de empregados, sendo passível de punição quem o fizer.
O primeiro critério de desempate em concurso público é o da idade, com preferência para os concorrentes com idade mais avançada.

Habitação
É obrigatória a reserva de 3% das unidades residenciais para os idosos nos programas habitacionais públicos ou subsidiados por recursos públicos.

Disque-Saúde 0800-611997
Funciona todos os dias da semana, das 8 às 18 horas. Oferece informações sobre doenças e recebe denúncias de mau atendimento no Sistema Único de Saúde (SUS).







O que é Arte terapia?

Arte terapia é um modo de trabalhar utilizando a linguagem artística como base da comunicação cliente-profissional. Sua essência é a criação estética e a elaboração artística em prol da saúde.

Utiliza, para isso, as linguagens plástica, sonora, dramática, corporal e literária envolvendo as técnicas de desenho, pintura, modelagem, construções, sonorização, musicalização, dança,drama e poesia.

É aplicada na avaliação, no tratamento, na profilaxia (prevenção), reabilitação e educação de clientes especiais.Associação Brasileira de Arte Terapia

“Por trás do impulso criativo existe um nível mais profundo de compromisso, um estado de
comunhão com um todo que está além de nós. Quando esse elemento de união é injetado em
nossas formas de expressão, atingimos algo que ultrapassa a mera criatividade, o simples
propósito ou a mera dedicação; atingimos um estado em que agimos por força do amor.
O amor está relacionado à perpetuação da vida, e portanto irrevogavelmente ligado
a nossos valores mais profundos.”
(NACHMANOVITCH)



A arte terapia pode ser um ótimo instrumento de trabalho com idosos,pois por seu aspecto lúdico proporciona as pessoas que estão nesta fase da vida,expressar seus sentimentos,emoções,medos e angústia,em relação ao seu processo de envelhecimento.
Através da arte,o idoso pode resgatar situações de vida que não foram devidamente elaboradas,e a partir dos recursos artísticos e expressivos,pode configurara tais situações e elaborá-las e integrá-las a sua consciência.
Fazer e vivenciar arte promove relaxamento,rebaixamento do nível da ansiedade,inquietude,impaciência e angústia-que é normal no indivíduo idoso.
É uma oportunidade de ser escutado,de receber atenção,que em muitos casos é o que muitos idosos precisam.
É também uma forma de lazer,onde o idoso preenche o tempo de forma prazerosa
Resgatam sua auto estima,pois são capazes de pintar,desenhar,modelar.
O envelhecimento já é um processo complexo, mas quando vem acompanhado pelo abandono fica mais difícil, podendo causar depressão, baixa auto-estima e problemas de saúde em geral.

Segundo Guedes (2007, p.11), a velhice:
[...] é uma etapa da vida cercada por impedimentos e constrangimentos, dos
mais diversos. Estar envelhecendo implica enfrentar transformações no
corpo e na vida social [...]. Em muitos casos, junto ao tempo livre [...],
aparecem também sentimentos negativos que podem se transformar em
problemas de saúde, como depressão e solidão.

A autora diz ainda que quando isso acontece, a arte pode possibilitar - por meio de trabalhos artísticos como:
a pintura, o desenho, recorte, etc. - a socialização do idoso, pois é um meio de expressão e comunicação,
uma atividade lúdica que permite descobertas e aprendizagem e neste processo os indivíduos revelam seus
sentimentos, emoções, além da criatividade e o talento até então não revelados.
Coutinho (2008, p. 74) refere que além das mudanças biológicas e existenciais o envelhecimento traz também consequências psicológicas, que dizem respeito à implacável consciência da proximidade da morte, “[...] a necessidade de manter e/ou reinventar um papel social e ao enfrentamento de ‘fantasmas’ interiores, como culpa, arrependimentos e medos”.

A Arteterapia, como nos mostra Coutinho (2008, p.75) pode ajudar nesta tarefa, pois esta técnica “auxilia a diminuir alguns preconceitos, como o de que os idosos são pouco criativos”.
Pensando no aumento da perspectiva de existência é cada vez mais necessário refletir sobre uma forma multidisciplinar que possibilite e auxilie a manutenção da qualidade de vida das pessoas idosas.
A arte, historicamente é reconhecida na cultura humana, como uma forma de
socialização e de expressão. Hoje se sabe que, além destas funções, a arte pode
exercer uma função terapêutica. Segundo Andrade (2000, p. 17):
A expressividade ou arte passa a ser um instrumento, técnico e conceptual, de um método de trabalho, ao combinar o fazer arte, e expressar-se, o uso de materiais plásticos e outras formas de expressão a um objetivo educacional ou terapêutico. As artes terapias e as terapias expressivas procuram juntar essas duas atividades, ou seja, o fazer arte enquanto expressão humana e o fazer terapia.
Existem inúmeros conceitos para Arteterapia, sendo um deles seria a terapia por meio da arte. Philippini (1998, p. 5) nos lembra que a Arteterapia não se preocupa com a estética e com a técnica, ela “privilegia a possibilidade de expressão e comunicação e o resgate e ampliação de possibilidades criativas”. A criatividade em arteterapia tem a intenção de dar vida e forma a conteúdos e personagens esquecidos, desconhecidos, distantes ou temidos.

Carl Gustav Jung começou a utilizar a arte como forma de tratamento na década de 20, quando pedia a seus pacientes que fizessem desenhos, representações de imagens de sonhos e de situações de conflitos. Para ele, essas representações simbolizavam o inconsciente individual ou o inconsciente coletivo.
Jung, com essas práticas, cria o conceito de arquétipos que são formas instintivas de imaginar e de representar imagens. Segundo Silveira (2001, p. 69):
A noção de arquétipo [...], permite compreender por que em lugares e épocas distantes aparecem temas idênticos nos contos de fadas, nos mitos, nos dogmas e ritos das religiões, nas artes, na filosofia, nas produções do inconsciente de um modo geral – seja nos sonhos de pessoas normais, seja em delírios de loucos.
No Brasil, a psiquiatra Nise da Silveira, desenvolveu um trabalho semelhante ao de Jung. Ela não gostava de tratar seus clientes (nunca denominados por ela como doentes mentais ou pacientes psiquiátricos) com choques elétricos, lobotomia,

O Idoso e a Instituição Asilar
O processo do envelhecimento traz consigo muitas perdas como: as motoras, sensoriais, autonomia em diversas atividades diárias que antes eram feitas com
facilidade. Essas perdas às vezes são muito valorizadas no âmbito social e familiar,
gerando nos idosos muitos problemas como vergonha, isolamento e também
problemas físicos e cognitivos.
Devemos levar em consideração que a população de idosos está crescendo
bastante, e a tendência para os próximos anos é aumentar muito mais. Segundo
estatísticas demográficas, Terra (2002, p. 29) diz que “no ano de 2002 o Brasil tinha
11 milhões de pessoas com mais de 60 anos” e que as projeções indicam que em
2025 seremos o sexto país no mundo em números de idosos, com quase 32 milhões. Sabemos que nos últimos anos os estudos no campo da geriatria, principalmente, têm proporcionado ao idoso a possibilidade de uma vida mais longa, mas isso não quer dizer qualidade de vida. Segundo Schmidt e Wosiack (2007, p. 32) o envelhecimento não significa:
[...] necessariamente, declínio ou perda das faculdades e funções, não sendo o número de anos que se vive o determinante para o comportamento e as vivências, mas uma série de fatores que influenciam no processo do envelhecimento. Portanto a velhice não deveria seguir um curso decadente.
Pensando neste aspecto, notamos que os idosos de hoje não são mais vistos como “ridículos”, como eram percebidos em um passado próximo. Hoje, os velhos são mais respeitados pela sociedade. Após terem sido contemplados na Constituição Brasileira, a sociedade passou a preocupar-se com a população de idosos, deixando clara a atenção que deve ser dispensada a eles. Muitas especialidades começaram a se preocupar também, e com isso lançando estudos para se adaptar a nova lei (Lei n° 8.842 de Janeiro de 1994).
As instituições asilares fazem parte desse processo de preocupação da sociedade em geral com os idosos. O termo asilo é tradicionalmente usado com sentido de abrigo e recolhimento, normalmente mantidos pelo poder público, privado ou grupos religiosos. De acordo com o Estatuto do Idoso (Brasil, 2003)5, as instituições que abrigam idosos são obrigadas a manter padrões de habitação compatíveis com as necessidades deles, bem como provê-los com alimentação regular e higiene indispensáveis às normas sanitárias e com estas condizentes, sob as penas da lei.
Sabemos que, por mais que as instituições asilares sigam as normas exigidas no Estatuto do Idoso, a vida destes muda muito. Há influencia sobre os fatores psicológicos, físicos e sociais como, por exemplo: a perda dos familiares, adaptação às regras da instituição, perda da identidade, baixa auto-estima, diminuição de atividades físicas por problemas de saúde ou por falta de oportunidades, distanciamento do mundo externo, entre outrosSegundo Argimon et al.(2008, p. 61),
[...] o idoso institucionalizado precisa de uma maior proteção das pessoas mais próximas, porque não pode mais ter o abrigo da família ou dos amigos.
Isso acaba gerando carências e uma série de complicações em razão da fragilidade desta etapa do ciclo vital, juntamente com a fragilidade de sentir se abandonado.
É importante ressaltar o caráter involuntário dessa condição e o desconforto da dependência progressiva, que só intensificam a vulnerabilidade do idoso.
Segundo Bessa (2008, p. 263):
A localização da velhice no asilo parece não ser apenas geográfica, mas também representativa: o asilo passa a ser visto como uma espécie de limbo, onde a velhice se encontra fora do tempo e do espaço, sacralizada, vista como degeneração, alienada do mundo Bosi (2003, p. 133) diz que o conformismo [...] é a adaptação mais comum, uma vez que deseja os objetivos e aceita os meios de que o sistema dispõe para alcançá-los. Os conformistas mantêm a rede de expectativas que constitui a ordem social, mediante seu comportamento obediente aos esquemas estabelecidos.
Recordando o caminho da Arteterapia: É uma prática terapêutica que se utiliza de diferentes recursos expressivos, presentes nas diversas áreas das artes, para facilitar as participantes um contato com seu próprio universo imaginário e simbólico, possibilitando, dessa forma, novas descobertas sobre si mesmas. A utilização destas técnicas facilita o contato com conteúdos inconscientes, propiciando experiências concretas a fim de permitir a elaboração dos conteúdos internos, mesmo que o acesso a estes não se dê ao nível da palavra (verbalmente).
No Brasil, a arteterapia surge com o trabalho de Nise da Silveira em 1946, que iniciou o uso de técnicas expressivas no tratamento de pacientes psicóticos internados no Hospital do Engenho de Dentro, no Rio de Janeiro, fundando em 1952, o Museu do Inconsciente. Ao pesquisar sobre as imagens desenvolvidas pelos internos, Nise percebeu que ilustravam a teoria psicanalítica de Jung e decidiu manter contato com o autor, a fim de analisar os materiais elaborados. Jung percebeu que as obras retratadas pelos pacientes de Nise da Silveira remitiam a imagens arquetípicas. Nise utilizava a expressão "Emoção do Lidar". Segundo esta percepção, ao conseguir dar forma às emoções por meio de imagens, representações e simbolizações das visões do mundo; objetiva-se e descarregam-se fortes conteúdos emocionais, reestruturando assim o caos interno da mente.
Em 1970, no Rio de Janeiro, Luiz Duprat Arteterapeuta formado nos Estados Unidos, abriu três grupos de estudo e prática de arteterapia. Ângela Philipini começa seus estudos com algumas alunas deste grupo em 1979, para mais tarde em 1982 abrir o primeiro centro de estudos de arteterapia com orientação Junguiana.
Durante esta época Janie Rhyne aplica os conceitos da Gestalt Terapia ao trabalho com arte e lança o livro “The Art Experience”. Ela enfatiza a atenção no presente, valorizando a atenção para ampliação da confiança na experiência pessoal.

Em São Paulo, no Instituto Sedes Sapientae, Selma Ciornai que estudou com Janie R. e fez formação no Instituto de Gestalt de São Francisco-USA; Inicia o Curso de especialização em Arteterapia com abordagem Gestáltica incluído na listagem de cursos da Associação Americana de Arte Terapia. Seguindo as orientações da professora Selma C. iniciamos a formação que deu origem a este trabalho de arteterapia com este grupo do Núcleo de Atendimento à Terceira Idade do Exército, junto à Policlínica do Exército de Porto Alegre-RS.
Que pensamentos são suporte para esta prática? Por tratar-se de um trabalho prático com Arteterapia em grupo de mulheres, estivemos mantendo uma abordagem centrada nos ensinamentos da Gestalt Terapia fundamentada por Fritz Perls, com um olhar sistêmico. Com base nestes ensinamentos buscamos perceber como o ser humano se coloca frente aos diversos contextos da vida. Acreditando assim, na capacidade que temos em nos reciclar a partir da ampliação da consciência.
Segundo Dr Adalberto Barreto, criador da Terapia Comunitária, sair da dependência para a autonomia é uma forma de estimular o crescimento pessoal e o desenvolvimento familiar e comunitário. A consciência de que as soluções para os problemas provêm do próprio grupo reforça a auto-confiança. Impressionante é perceber o empoderamento que esta abordagem proporciona as interagentes trabalhadas desta forma e este, reforça evidentemente sua auto-estima, colaborando em seus processos de desenvolvimento. Este conjunto de técnicas auxilia o restabelecimento dos seus processos de auto-regulação inerentes à condição saudável. Considera-se a saúde como um conjunto de condições físicas e psico-emocionais que devem interagir de forma a proporcionar melhores condições de vida e convivência felizes.

Todas as pessoas se diferenciam do todo por algumas fronteiras: físicas, emocionais, energéticas e do pensamento. São elas que regulam as trocas que realizam com o meio nos quais estão inseridas.
Por exemplo: a nossa pele é uma fronteira de contato que nos conecta e limita dentro do espaço físico. As capacidades de expressão são uma fronteira de contato que regula as trocas nocivas e nutritivas que se estabelecem na convivência com os outros e com o meio. Utilizando o potencial transformador da arteterapia visa-se potencializar nas participantes aspectos saudáveis da personalidade e das relações sociais sadias, ampliando as fronteiras de contato através das experiências vividas no grupo.
Fez-se necessário um olhar ampliado para que se percebesse as participantes além dos grupos, ou seja, inseridas em seus contextos familiares e sociais. Somente integradas ao grupo se poderia servir de “caixas de ressonância” para as necessidades e tempos do grupo. Assim como em um instrumento acústico, tudo que acontece em todas as partes do instrumento interferem no som produzido pelo mesmo.
Agindo como caixas de ressonância do grupo de arteterapia, nos colocamos explicitamente como parte interativa do grupo numa relação circular e apesar do papel de facilitadoras, não hierárquica.
Buscou-se restaurar o poder de interferir criativamente nas diversas instâncias da vida, tendo nesta ampliação sua maior ferramenta de restauração e renovação. Estimular uma auto-estima saudável, aumentando a convivência social e a solidariedade através das atividades de arteterapia.
Quais atividades transformadoras da arteterapia utilizadas com este grupo? Expressão Corporal, música, escrita, fotografias, xerox, recortes de revistas, desenhos, tecelagem, colagem com materiais diversos, pinturas, e modelagens.
Através da Expressão Corporal, proporcionamos experiências variadas que levassem as integrantes do grupo a soltar a emoção através do corpo. Trabalhamos inicialmente com os movimentos naturais do sujeito, respirar, espreguiçar-se se utilizando a criatividade e descontração para a busca de novos movimentos.
Visualizações, trabalhos diversos com a respiração, estímulos aos sentidos, técnicas de meditação e atividades de ampliação da consciência corporal. Também foram trabalhados: o esquema corporal, a coordenação motora, os reflexos, noções de espaço, tempo, peso e altura, equilíbrio, organização e reorganização do movimento, através da criatividade de forma individual e coletiva.

Os efeitos da música sobre o ser também foram utilizados, sabendo-se ser esta, indutora de estados e emoções. Tal processo, porém, se dá de forma inconsciente atuando diretamente sobre o sistema nervoso. Trabalhamos com a técnica das Imagens com relaxamentos conduzidos pelas melodias.
Expressão escrita: o foco deste trabalho era o desenvolvimento do pensamento imaginário e simbólico.
A descrição das experiências verbais e sonoras, a criação individual e coletiva de novas histórias e as brincadeiras com as palavras e seus múltiplos significados.
Trabalhamos com escrita espontânea de forma que as pessoas pudessem criar suas próprias histórias, poesias, versos e contos. Tivemos também a participação de “senhoras poetizas”, que se sentiam muito bem em poderem manifestar o seu talento e percebendo melhor este valor.
Esta situação provocou de certa forma um despertar nestas mulheres refletindo em todo o grupo, que quando criava em conjunto percebia que também podia desenvolver esse talento.
Neste trabalho consideramos a interação com os diferentes materiais e na transformação da matéria além de favorecer o surgimento de imagens não intencionais, significativas para a pessoa, permitindo registrá-la. Através das formas, volume, disposição espacial, intensidade de traços ou cores, etc. Promovemos assim, um reconectar-se com os processos de observar, sentir, agir e pensar de modo mais consciente. Focamos tanto a criação de imagens como o trabalho com imagens já prontas de fotografias, xerox, recortes de revistas diversas e outras. Promovemos a feitura de desenhos, tecelagem, colagem com materiais diversos, pinturas, e modelagens. Consideramos os efeitos terapêuticos do fazer artístico sobre o organismo, visto que cada técnica trás uma sensação. Focamos também os cheiros trazidos por elementos diversos e seus efeitos psíquicos e orgânicos.
O processo arteterapêutico, por promover o contato com o universo simbólico e a integração dos conteúdos psíquicos inconscientes, ajudou no desenvolvimento evolutivo dos idosos, o que significa dizer que possivelmente a ajudou no seu processo de individuação (visão junguiana).Os objetivos gerais das sessões de Arteterapia se voltaram para a melhoria da qualidade de vida dos idosos, trabalhando a socialização, melhoria da memória, aumento da auto estima entre outros.Os resultados desta pesquisa corroboram com os encontrados por Fabietti(2004) ao citar que a Arteterapia com idosos são encontros que promovem a mudança e a aceitação em eliminar o que não tem mais sentido na vida ou o que incomoda à pessoa, como também são encontros com a criatividade e libertador de si-mesmo.



Atividade Expressiva:
Transforme uma lata em um objeto prático e muito bonito para guardar objetos com essas dicas do programa Faça em Casa.

•    Lata de tinta em desuso
•    Tinta spray prateada
•    Tintas acrílicas: branca, verde grama, verde pistache, azul, sépia, siena, siena natural e marfim
•    Pincéis
•    Lápis
•    Pinta bolinhas
•    Verniz em spray


Passos
1 Limpe bem a lata e pinte-a com a tinta spray prateada. Deixe secar.
2 Pinte o céu sobre toda a superfície da lata com as cores verde, azul e branco, formando um degradê. Deixe secar.
3 Transfira o desenho do molde para a lata.
4 Pinte os galhos do pinheiro à mão livre, usando as tintas sépia e siena natural.
5 Crie o colorido da folhagem com verde grama, verde pistache e branco.
6 Pinte o peito do pássaro com branco e marfim; a cabeça com sépia, e as asas e a cauda com siena e sépia, marcando as penas.
7 Ilumine as penas com branco.
8 Também com o branco, faça bolinhas para simular os flocos de neve e pinte sobre os galhos os acúmulos de neve.
9 Proteja o trabalho com verniz em spray. Depois decore com os elementos da sua preferência


Siga este passo a passo do programa Tudo Simples e veja como compor um original porta-retrato ecológico.

•    Garrafas plásticas descartáveis
•    Arame grosso
•    Alicate de corte
•    E.V.A. de diversas cores
•    Cola
•    Silicone
•    Fita crepe

Passos
1 Corte a parte de cima e o fundo da garrafa e descarte-os. Corte o corpo da garrafa, na vertical, para obter um retângulo. Repita o processo para ter outra peça igual. Uma para a frente do porta-retrato e outra para a parte de trás.
2 Com a ajuda de uma régua, dobre as extremidades mais curtas das duas peças, fazendo abas de 2 cm. Reforce a dobra pressionando.
3 Corte dois pedaços de arame com o alicate de corte. O comprimento deve ser medido tendo em conta o espaço entre as abas.
4 Dobre fazendo uma leve curvatura. As duas peças devem ter a mesma curvatura.
5 Fixe, com fita crepe, os arames nas bordas superior e inferior do fundo do porta-retrato.
6 Cubra os arames com tiras de E.V.A., cole-as com silicone.
7 Corte um retângulo de E.V.A. e cubra, com ela, a frente da peça de trás.
8 Para decorar a frente do porta-retrato corte tiras finas de E.V.A. colorido, enrole-as e feche as pontas com cola universal.
9 Cole os pequenos rolos com silicone, contornando a frente do porta-retrato.
10 Arme o porta-retrato encaixando as duas peças

Saquinhos da sorte
Retalhos de tecido, q/n
Fitas de cetim, q/n
Tesoura zig-zag
Sal grosso, q/n
Lentilha, q/n
Pingentes para decorar

Com a tesoura de picote, corte um retângulo de tamanho desejado. Costure as laterais formando um saquinho. Recheie com sal grosso e lentilha. Amarre com uma fita de cetim e coloque um pingente para enfeitar.

Árvore dos desejos
Você precisa de:
Papel colorido, q/n
Fitas, q/n
Galho seco de árvore, 1 unidade
Sal grosso, q/n
Vaso, 1 unidade

Passos

1 - Com ajuda do molde, desenhe a folha. Use papéis coloridos, como scrapbook.

2 - Fure o papel com auxílio de um furador e dobre. Passe a fita. Agora é só escrever um pedido e por na árvore dos desejos.

3 - Monte a árvore com galho seco em um vasinho com sal grosso e coloque as folhas.

Cartão Artesanal de coração para o Dia dos Pais

Aprenda como fazer um cartão Artesanal de coração para o Dia dos Pais usando cartolina e EVA, para dar um toque especial ao seu presente e passar a sua mensagem do Dia dos Pais.
em Cartões com EVA

Porta meias, gravatas e cuecas para presente do Dia dos Pais

Aprenda a fazer um porta meias, ou porta gravatas, ou porta cuecas, ou tudo junto, você escolhe, com caixa de MDF e EVA para presentear no dia dos pais.
em Porta meias, gravatas e cuecas

Porta canetas e porta lápis chique para o Dia dos Pais

Aprenda como fazer um porta canetas e porta lápis de caixa de MDF muito bonito, para presentear no Dia dos Pais.
em Porta canetas e porta lápis

Como fazer uma lembrancinha para o dia das mães - um chaveirinho de boneca de eva

Aprenda a fazer uma lembrancinha para o dia das mães, muito bonita e que ela vai poder levar para todos os lugares, um chaveirinho de boneca de eva.
em Bonecas de EVA

Como fazer uma linda rosa de fita para o dia das mães

Aprenda passo a passo a fazer uma linda rosa de fita para presentear no dia das mães ou em datas especiais. Uma lembrancinha inesquecível.
em Flores de Tecido e de Fita


 

Como fazer um chaveirinho de rostinho de boneca de EVA

Aprenda, passo a passo, a fazer um lindo chaveirinho com um rostinho de boneca de E.V.A, que pode ser usado como enfeite de bolsas e mochilas e como lembrancinha.
em Bonecas de EVA

 

Como fazer uma lembrancinha de páscoa de EVA com coelho e cestinha

Aprenda a fazer uma lembrancinha de páscoa fácil, barata e muito bonita, que pode ser recheada com bombons, balas ou chocolate.
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Como fazer uma cestinha de EVA para lembrancinhas

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Como fazer um lindo coelho da páscoa de EVA

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Flor de Fuxico Artesanal Almofadada e Perfumada

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Como fazer uma flor de fuxico de tecido com as pétalas arredondadas

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Como fazer uma florzinha de fita de cetim

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Como fazer uma rosa com arame e tecido de meia-calça

Uma linda rosa que nunca morre. Veja como fazer uma rosa com tecido de meia-calça para decorar sua casa ou presentear alguém.

Como fazer uma flor de tecido usando fuxico

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Caixinhas de fósforos

Garrafa pet canteiro

Porta copos de tampinha de garrafa

Bandeira de garrafa pet

Tampinhas de Garrafa

Vidros reciclados

O passo a passo deste tutorial mostra como fazer uma caixa de jóia com palitos, que também pode ser uma caixa para presentes.
A dica é simples e fácil de fazer, mas fica delicado e muito bonito. Confiram abaixo como fazer e aproveitem para fazer a sua caixa de jóia com palitos!

Materiais:
•    Palitos de picolé
•    Cola quente
•    1 pedra de miçanga
•    1 estencil
•    Tinta

Passo a passo:

O primeiro passo para você fazer a caixa de jóias é separar um palito e passar a cola quente em toda a sua extensão. Em seguida, vá preenchendo com outros palitos até que esteja completo, como mostra a foto.

Cole na outra ponta, com a cola quente, outro palito da mesma maneira que você fez com o anterior, "fechando" os dois lado.

Em seguida, cole outros dois palitos nos outros lados, formando um quadrado. A partir desse momento você deverá ir preenchendo com palitos até que tenha a altura que você deseja. Lembre-se apenas de sempre intercalar os palitos.

Para fazer a tampa, cole os palitos lado a lado com a cola quente e espere secar. Quando estiver pronto, faça o detalhe com o estencil, cole a pedra de miçanga e reserve.

Quando todo o seu trabalho estiver seco estará pronta a sua caixa de jóia feita com palitos. Muito fácil, concordam? Você pode usar essa dica para guardar seus brincos, anéis, enfim, em sua casa ou mesmo para presentear alguém, como mostra na primeira foto.

O passo a passo para aprender a fazer estas flores recicladas é super fácil e não necessita muito tempo, nem recurso para fazê-lo. Confira abaixo e comece a juntar garrafas para fazer as suas!

Materiais:
•    Garrafas pet 600 ml
•    Tinta spray
•    Tesoura
•    Estilete

Passo a passo:
O primero passo que você deve fazer para fazer flores recicladas com garrafas pet é repartir sua garrafa, mais ou menos no centro dela. Você utilizará o lado que tem a tampa.

Passo a passo:
O primero passo que você deve fazer para fazer flores recicladas com garrafas pet é repartir sua garrafa, mais ou menos no centro dela. Você utilizará o lado que tem a tampa.

Em seguida, com a tesoura, comece a cortar as pétalas. Corte tiras retas e em seguida, entre as tiras, recorte pequenos pedaços, como um "v", porém faça mais arredondado, para parecer uma pétala.

Quando tiver pronto, achate a flor sobre uma superfície dura para que tome forma.

Feito isso, pinte a flor reclicada com a tinta spray, deixe secar pelo tempo necessário e está pronto.

Colher salsinha, cebolinha, manjericão, alecrim e outros temperos fresquinhos para perfumar suas receitas favoritas é um sonho possível mesmo para quem mora em apartamento. Basta ter um cantinho charmoso na varanda, ou mesmo na janela da cozinha, que receba pelo menos quatro horas de sol por dia.
As latas de aço são apropriadas para o plantio de todas as espécies, pois não liberam na terra nenhuma substância tóxica. Ao contrário: deixadas no meio-ambiente, transformam-se em óxido de ferro, substância encontrada na natureza.

Materiais necessários:
•    Adesivo universal (Loctite Hybrid);
•    Lata de aço de leite em pó, achocolatado ou complemento alimentar. Lembre-se de guardar a tampinha plástica, pois depois ela se transformará em pratinho para o seu vaso.
•    Galvanite ou Primer para metais;
•    Tinta acrílica em várias cores;
•    Pincéis;
•    Pedrinhas, pastilhas ou o que a sua criatividade mandar;
•    Stencil de acetado, com formas de flores ou folhas, encontrado em lojas de artesanato. Mas você pode aproveitar aquelas radiografias antigas, recortando os formatos desejados.
•    Verniz em spray.

Execução:
1 – Retire o rótulo das latas e aplique uma camada de Galvanite. Como o aço não é poroso, é necessário aplicar o galvanite como primer, facilitando a fixação da tinta. Deixe secar bem;
2 – Passe duas camadas de tinta acrílica em toda a superfície da lata. Esta cor será a de fundo. Deixe secar bem;

3 – Aplique o adesivo universal nas pastilhas;
4 – Fixe as pastilhas na parte superior e inferior da lata de aço e deixe secar. Importante fixar a pastilha na parte inferior com distância de onde será colocada a sobretampa que funcionará como pratinho;


5 – Com a ajuda do stencil, comece a decorar as latas com tinta acrílica em cores variadas.
6 – Depois que a tinta estiver bem seca, aplique uma camada de verniz em spray, para dar acabamento e impermeabilizar;
7 – Encaixe a tampinha de plástico no fundo da lata. Ela servirá como pratinho, retendo a umidade.

Agora basta plantar as sementes, mudas ou usar a lata como cachepô para mudas compradas em supermercados e casas de jardinagem.

Se preferir plantar semente ou mudas diretamente na lata, faça um furo no fundo, para a drenagem da água de rega. Dentro da lata coloque uma camada de argila expandida. Cubra com uma manta de drenagem e preencha o restante com terra de boa qualidade. Aí é só plantar as sementes ou mudinhas.

Que tal reaproveitar os potes de maionese e as tampinhas de garrafas pet para fazer um boneco? Esse que fiz meu filho adorou e qual criança que não se diverte com um boneco tão engraçadinho como esse?

Materiais necessários: 1 pote plástico de maionese; 18 tampinhas de garrafas pet; 1 tampinha de desodorante; 1 tampinha de amaciante; 90 cm de elástico roliço; durex colorido; cola quente; caneta permanente preta; prego.

Execução:
1 – Faça um furo em cada tampinha de garrafa pet com um prego quente ou use um furador de metal. Fure também o pote de maionese nos locais onde ficarão os braços e pernas do boneco;
2 – Passe durex colorido em volta das tampinhas (opcional);
3 – Corte o elástico no tamanho necessário para os braços e pernas e encaixe pelos furos feitos no pote de maionese. Passe durex colorido em volta do corpinho do boneco;
4 – Encaixe quatro tampinhas em cada braço e cinco tampinhas em cada perna. Finalize dando um nó em cada uma das pontas do elástico.
5 – Para fazer a cabeça do boneco cole, com a cola quente, a tampinha de desodorante e para o chapeuzinho do boneco cole a tampinha de amaciante sobre a cabeça.
6 – Com a caneta permanente preta faça os olhos, nariz e boca do boneco.

Esta é uma ideia para reaproveitar as caixas de ovos: fazer flores de várias formas e cores. De maneira bem simples, podem ser feitas na escola e sem precisar gastar muito com materiais.

Materiais: caixas de ovos; tesoura; pincel; cola branca; corante ou tinta (pode ser guache, pva, látex ou acrílica); sementes (ou pimenta do reino, miçangas, etc).

Execução:
1 – Para a flor de pétalas maiores e mais fechadinhas (a vermelha) você vai precisar usar a lateral externa da caixa de ovos que é mais arredondada;
2 – Com a tesoura recorte essa lateral incluindo uma parte do fundo da caixa. Procure recortar algumas pétalas maiores e outras menores para a flor ficar mais bonita;

3 – Para pintar a pétala use um pincel pequeno (molhe o pincel na água para que a tinta seja absorvida pela caixa) e espalhe o corante ou tinta na parte superior da pétala. Pinte também o miolo da pétala.

4 – Recorte um pedaçinho da caixa para servir de base para a flor. Cole as pétalas sobrepondo-as e distribuindo-as uniformemente;

5 – Espalhe cola no miolo da flor e jogue as sementes, espere secar completamente. Se quiser passe termolina leitosa para impermeabilizar a flor.

6 – Para a flor que fica aberta (a roxa) você vai precisar usar a parte interna da caixa de ovos que é mais pontuda;
7 – Pinte as pétalas com o corante ou tinta;

8 – Recorte um pedaçinho da caixa para servir de base para a flor. Cole as pétalas uma do lado da outra;
9 – Recorte a pontinha quadrada da caixa de ovos, pinte de amarelo e cole no centro para ser o miolo da flor. Se quiser passe termolina leitosa para impermeabilizar a flor.

Aquelas latas de alumínio (de extrato de tomate, doces, leite em pó, cereais, etc) que parecem não ter nenhuma utilidade, podem ser recicladas e usadas de diversas formas, é só usar a sua criatividade.

Sempre que for trabalhar latas recicladas é importante prepará-las para receber a pintura.

1 – Lava bem a lata com água e detergente;
2 – Umedeça um pano limpo com vinagre e passe por toda a lata para melhorar a aderência da tinta e evitar a ferrugem;
3 – Deixe a lata ficar bem sequinha e passe o fundo preparador.

Fundo preparador:
Muitas pessoas não sabem mas essas latas devem receber um fundo preparador antes de qualquer pintura para que a lata não enferruja depois.
Pode ser à base de água (Metal Primer ou Primer para Metais da Acrilex) ou Primer Rápido Spray:

- Se usar à base de água aplique 2 demãos do produto (com intervalo entre as demãos para secagem) e deixe secar completamente por 5 horas.
- Se usar o spray aplique-o ao ar livre numa distância de 15 cm da lata e deixe secar po 24h.

*Depois de passar o fundo preparador poderá fazer a pintura na lata que pode ser com tinta para artesanato (pva), tinta látex ou acrílica.

Materiais: caixa de papelão; guardanapo para découpage (ou papel de presente); cola branca; tesoura.

Molde das figuras:

Execução:
1 – Aqui vamos usar a frente e o verso da caixa que são as partes maiores;
2 – Com a tesoura recorte a caixa pelas arestas eliminando as laterais;
3 – Com a cola branca cole o lado impresso contra lado impresso;

4 – Use o molde para riscar as figuras no papelão ou faça seu desenho à mão livre. R

5 – Pegue o guardanapo para découpage e separe a folha impressa das duas folhas não impressas;
6 – Agora é só medir o tamanho da figura no guardanapo e recortar;

7 – Cole o guardanapo no papelão, aos poucos, com cuidado, use um pano e vá pressionando sobre o guardanapo. Aguarde secagem;
8 – Recorte agora as sobras do guardanapo;
9 – Faça o mesmo processo para colar o guardanapo no outro lado da figura;
10 – Se quiser faça um furo e use um cordão para pendurar.

Outras sugestões: Para a figura da estrela e da árvore de Natal você pode fazer 2 delas e fazer um corte (como indicado no molde) em uma delas e fixar a outra figura para ficar tridimensional.
Materiais: caixa de leite; pasta para modelagem; tinta para artesanato (pva); tesoura; espátula; pincel.

Execução:
1 – Lave bem e seque a caixa de leite;
2 – Com a tesoura corte a caixa de leite na altura desejada;
3 – Com a espátula passe camadas generosas de pasta para modelagem (não precisa ser uniforme para melhor efeito de textura). Espere secar;
4 – Dê uma demão de tinta para artesanato na cor branca, com auxílio de um pincel, para uniformizar a cor;
5 – Agora pinte com tinta para artesanato na cor desejada. Aguarde secagem.

Materiais necessários: caixa de leite, pedaço de manta acrílica (de 25 x 35 cm), dois pedaços de tecido estampado (de 25 x 35 cm cada), 1 m de viés, botão grande, 30 cm de elástico redondo, cola instantânea, cola branca, cola para tecido, tesoura, linha branca.

Execução:
1 – Abra a caixa de leite e limpe-a bem;
2 – Passe cola branca no lado estampado da caixa e cole a manta acrílica. Espere secar por cerca de 20 minutos;
3 – Em seguida, passe cola branca no lado prateado e cole um pedaço de tecido estampado. Espere secar;
4 – Agora cole o outro pedaço de tecido estampado por cima da manta acrílica;

5 – Corte as sobras deixando o tecido e a manta bem rentes à caixa;
6 – Dobre tudo no sentido do maior lado do retângulo, sem marcar muito;
7 – Com auxílio da tesoura, arredonde as pontas de apenas um dos lados. Abra o retângulo novamente;
8 – Agora dobre a peça no sentido do lado menor. Forme a bolsa, deixando duas partes do mesmo tamanho e a ponta arredondada por cima;
9 – Use a cola de tecido para arrematar as bordas com o viés;

10 – No centro da parte arredondada, faça um furo com a tesoura;
11 – Cole, com cola instantânea, as laterais das partes de tamanho igual. É aqui que seus pertences serão guardados, por isso deixe bem colado (se quiser poderá costurar essa parte);
12 – Passe as duas pontas do elástico dentro do furo. Faça um nó grosso do lado de dentro. Para aderir melhor, use cola instantânea;
13 – Do outro lado, costure um botão grande em cima do furo do elástico. Se quiser, fixe-o melhor com cola.

Materiais necessários: caixa de leite, fita crepe, cola branca, tecido estampado, régua, caneta.

Execução:

1 – Lave bem a caixinha de leite com água e sabão;
2 – Abra a caixa. Com auxílio de uma régua faça tiras de 3×24 cm e corte-as com a tesoura;
3 – Junte duas tiras (com o lado estampado para dentro) e passe fita crepe em volta delas. Emende as pontas formando a pulseira;

Materiais necessários: caixa de leite, fita crepe, cola branca, tecido estampado, régua, caneta.

Execução:

1 – Lave bem a caixinha de leite com água e sabão;
2 – Abra a caixa. Com auxílio de uma régua faça tiras de 3×24 cm e corte-as com a tesoura;
3 – Junte duas tiras (com o lado estampado para dentro) e passe fita crepe em volta delas. Emende as pontas formando a pulseira;

4 – Corte uma tira de tecido e cole (com cola branca) a ponta da tira na pulseira, vá enrolando o tecido até cobrir toda a pulseira;
5 – Em seguida, cole a ponta final do tecido para dentro da pulseira.

Materiais necessários: tubo de papelão (rolinho de papel higiênico), tinta para artesanato PVA, EVA, olhos articulados, caneta para retroprojetor, cola quente, pincel, tesoura.
Clique nos moldes abaixo para ampliá-los:

Execução:
1 – No EVA, risque os moldes dos bichinhos com auxílio de um palito de churrasco;

2 – Com um pincel pinte o tubo de papel com a tinta PVA da cor de sua preferência;
3 – Recorte as peças, com a tesoura, e cole com cola quente no tubo;
4 – Faça os detalhes do rosto com a caneta e cole os olhinhos com cola quente;

Repita esse mesmo processo para fazer os outros bichinhos.

Material para as flores
o    Lápis grafite    o    5 ml de cola branca à base de PVA
o    Régua    o    Panela para banho-maria
o    3 rolos internos do papel higiênico    o    Termômetro
o    Tesoura    o    500 g de parafina
o    Pincel nº 0    o    Recipiente com água gelada

Como fazer
Use a régua e a marque linhas de 1cm no rolo de papelão. Recorte. Essas serão as pétalas.

Com o pincel passe cole em uma das extremidades da pétala.

Você precisará de seis pétalas para formar a flor.

Aqueça a parafina no banho-maria e com o termômetro confira pois a temperatura deve estar a 75°. Pegue a flor e mergulhe uma metade. Deixe escorrer o excesso. Repita o processo com a outra metade.

Em seguida mergulhe na água gelada para endurecer a parafina.
Faça a mesma coisa com as outras flores que for usar.

Nesse ponto sua flor já estará pronta para você usar em suas peças. A parafina serve para dar um melhor acabamento no papelão e também para aumentar a sua resistência. Caso você tenha velas velhas em casa, pode derretê-las e usá-las no lugar da parafina. O efeito é o mesmo e ficará mais econômico. A Thaís diz que a sobra da parafina pode ficar guardada para a próxima vez que precisar.

Que tal aprender mais um projeto usando o que a natureza descarta? Pois hoje o tema são petisqueiras usando a casca do coqueiro. A dica de reciclagem é super bacana para decorar festas temáticas e também para alegrar a mesa preparada para uma refeição ao ar livre.


Petisqueira

Separe as cascas do coqueiro que tenham o formato mais favorável para uma petisqueira e que se apoiem bem sobre uma mesa. Limpe bem.

Aplique o selador sobre toda a superfície da casca, por dentro e por fora. Uma única demão é suficiente. Deixe secar.
Pinte a superfície interna da casca com tinta PVA acrílica a base de água. Serão necessárias duas demãos.

Pinte a casca do coqueiro por fora com o mesmo tipo de tinta também com duas demãos. Eu escolhi uma cor para a parte interna e outra para a parte externa justamente para tornar a petisqueira um objeto mais atraente.

Como a peça será usada para alimentos, usaremos verniz brilhante para dar o acabamento e um visual mais bacana. Aplique uma demão bem generosa e aguarde a secagem.

Para acrescentar um detalhe a mais, dê um nó reforçado com sisal bem na ponta da casca.

Envolva o sisal bem justinho por pelo menos 15 cm da ponta para dentro.

Termine dando um nó na última volta do sisal. Reforce o nó e corte o sisal deixando uns 20cm de sobra.

Com um palito ou outro instrumento, empurre a sobra do sisal para dentro da borda enrolada.

Corte a sobra da casca da borda da petisqueira com uma tesoura ou uma faca. Retire a parte mais seca, mas deixe uma margem.

Impermeabilize o sisal aplicando uma boa camada de cola branca por toda a volta. Espere secar bem.

Sua petisqueira está pronta para enfeitar sua mesa de festa. Quando for usar, coloque papel manteiga ou guardanapos decorados sobre ela para dar um charme a mais.

Fica perfeito para acomodar torradas e petiscos variados além de completar a decoração da mesa.

De todos os materiais passíveis de reciclagem artesanal, nenhum é tão fácil de ser utilizado e também simples de ser encontrado do que garrafas PET. Para facilitar o trabalho do artesão que usa esse material, ele até mesmo já vem em cores, que sempre contribui para artesanatos mais alegres.

As possibilidades para esse tipo de trabalho manual são infinitas. As garrafas PET podem ser recortadas e decoradas, tornando-se dispensers, cofrinhos, caixinhas, lembrancinhas de aniversários infantis, porta canetas e fantoches, além de poderem ser trabalhadas de maneira diferenciada por aqueles que desejam algo mais adulto ou duradouro, e tornadas em matérias prima para murais e colagens, pinturas e esculturas decoradas com mosaicos de garrafa PET, matérias prima ou contribuinte para porta retratos, molduras para quadros e espelhos, e até mesmo cortinas.

Para trabalhar manualmente com garrafas PET tudo que é preciso é um pouco de criatividade e imaginação para a reutilização deste material!

Atividade Expressiva.

Material
Tecido algodão
Tinta
Cada idosa colocará sua mão no tecidos,

Os materiais da vassoura
•    18 garrafas de refrigerante de plástico Pets de 2 litros;
•    Cabo de vassoura;
•    Tesoura, estilete ou faca, furador, arame e martelo e pregos.


Passo a passo em fotos
Este passo a passo em fotos, não tem como errar em fazer uma vassoura de garrafas Pet:

Material da bolsa de garrafa pet
•    12 garrafas Pets lisas
•    Linhas
•    Agulhas de croché (Uso do croché ponto craziado)
•    Tesoura
•    Ferro de solda
•    Gabarito de madeira

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