PALESTRA E OFICINA ARTETERAPIA
Facilitadoras:
Wilma A. Nubiato Santesso e Maria Fátima Estimado Corga

O momento atual reclama que profissionais competentes, tanto em termos de título como em prática sejam convidados a contribuir teórica, prática e eticamente nos espaços educacionais. Entretanto, tal quadro assinala a necessidade de o profissional do ensino estar instrumentado a desenvolver a sua práxis em conformidade com as exigências sociais mais amplas, ou seja, é preciso que esteja apto a acionar um ensino que corresponda à formação do educando, de modo que esta esteja compatível com os avanços que se descortinam nas múltiplas atuações sociais.
Diante da necessidade de buscar contribuir de forma satisfatória e ao mesmo tempo dar suporte a uma parte de educadores da rede municipal de ensino, dispomos da Arteterapia como uma abordagem sistêmica e terapêutica que utiliza conhecimentos oriundos dos campos da Psicologia, da Filosofia e da Arte, com o objetivo de auxiliar o ser humano a lidar com os desafios apresentados pela vida
A arteterapia trabalha com os chamados mediadores de expressão (artes plásticas, modelagem, teatro, dança, música, jogos cooperativos, contos de fada, etc.), que facilitam o trabalho terapêutico ao permitir que o indivíduo expresse o seu Eu interior de forma não-verbal. Assim sendo, por meio das diferentes expressões artísticas o indivíduo é incentivado a participar de um processo de criação e leitura da sua obra, tocando impreterivelmente pontos significativos e/ou conflitivos da sua vida, com a intenção de reorganizar e equilibrar os mesmos, podendo recriá-la renovando a cultura, sua função psicológica é proporcionar a organização das percepções, sentimentos e sensações.
Arteterapia entre outros objetivos possibilitará: aumentar a autoconsciência e auto-estima; lidar com sintomas do stress e experiências traumáticas; desenvolver habilidades cognitivas e sociais; estimular a imaginação e a criatividade; expressar sentimentos difíceis de verbalizar; desenvolver hábitos saudáveis; identificar sentimentos e bloqueios na expressão emocional/afetiva e no crescimento; abrir canais de comunicação, tornando a expressão verbal e não verbal mais acessível
Por ter consciência de que a escola é um espaço fundamental na construção da identidade do indivíduo é que optamos por “analisar” como a Arteterapia pode contribuir e ajudar a atuação do professor, transformando sua ação, proporcionando autoconhecimento e oferecendo condições de atuar de forma importante na formação de valores e princípios que irão nortear a sua práxis e a vida dos alunos.
Para que tudo isso ocorra, é, portanto, extremamente necessário que sejam realizadas atividades em que o indivíduo tenha a possibilidade de redimensionar conteúdos pessoais e profissionais, na presença de um outro que escuta e ajuda a elaborar. A liberdade nos trabalhos chega a resultados profundos, atingindo o âmago do participante de forma mais rápida, possibilitando que sua problemática surja naturalmente num processo de autodescobrimento
A possibilidade de realizar um trabalho diferenciado na formação dos educadores surge a partir do meu encontro com a Arteterapia. Nesse contato comecei a refletir sobre o seu papel na formação dos educadores, mais especificamente, sobre a abertura de espaços onde os professores tivessem oportunidade de elaborar os seus conteúdos, tanto no plano interno quanto externo, através de um fazer artístico, que contribuísse para a sua formação pessoal e profissional.
A utilização da metodologia das Oficinas Criativas é de grande relevância uma vez que, através delas, podemos, de forma lúdica, colaborar com a formação pessoal e profissional dos educadores
A arte é a facilitadora de tais processos, pois contém em si a própria natureza de uma realidade alternativa na qual, eximidos das conseqüências que a realidade do cotidiano nos impõe, podemos relaxar nossas defesas e nos permitir contatar, sentir, elaborar, aprender e expressar, o que de outra forma seria perigoso e ameaçador.
Allessandrini (1998) afirma que:
A Arte é reveladora desse universo desconhecido. O momento da inspiração nasce no consciente do individuo na forma de uma imagem, que convida a uma tomada de decisão: a nova figura se apresenta enquanto esforço na busca da harmonia e da integração. A forma expressa representa um objeto externo ou dá significado a objetos internos – ela foi apreendida e construída na interação do sujeito com o mundo; portanto, compreende elementos das realidades interna e externa do indivíduo. A forma converte a expressão subjetiva em comunicação objetivada, em um contínuo processo de ajustamento criativo. (p.29)
O homem no seu processo de formação e transformação, nas mais diferentes culturas, cria imagens e símbolos, encontrados nos mitos, nas religiões, nas artes, e que contêm profundas emoções.
Trabalhando a criatividade, dando forma, cor, expressão aos sentimentos emergentes, conexões são feitas e novos significados podem ser atribuídos a velhas situações vividas que não puderam ter livre canal de expressão no momento em que ocorreram. A arte devolve a liberdade à alma aprisionada pelo vazio, pelo medo, ou ainda pelos sentimentos não nomeados (ARCURI, 2004), e leva à concretização dos anseios das necessidades interiores do ser humano.
Ferguson (1995) descreve transformação como: “uma reestruturação de alguma coisa” (p. 65) e essa reestruturação é que está regendo os novos paradigmas sobre arte e a educação
Eliezer (2004) conta-nos que
A Arte-terapia já conquistou espaço nos hospitais, consultórios, empresas, escolas, organizações não governamentais (ONGs) e em diversas comunidades, com uma característica interdisciplinar, nas áreas de: psiquiatria, neurologia, psicologia, psicopedagogia, fonoaudiologia e terapia ocupacional...Promove um campo de forças de grande poder de comunicação, expressão, reabilitação e o encaminhamento correto de uma energia represada ou mal canalizada (p. 16-17).
E, ao criar, o homem relaciona, forma, ordena, configura, significa. Desta forma, o ser humano passa a ser o ponto focal, o ponto de referência, pois relacionamos, ordenamos, associamos os fenômenos externos aos internos e vice-versa, através das nossas sensações buscamos os significados, nos motivamos para criar. Assim, os comportamentos criativos do homem se baseiam na integração do ser sensível, cultural e consciente. (OSTROWER, 2001)
Ao nos referirmos a esta relação entre sensações internas e externas sabemos que as nossas sensações internas, vinculadas ao inconsciente, são elaboradas através da percepção, a qual ordena seletivamente os estímulos, chegando ao consciente de forma organizada. A percepção delimita o que somos capazes de sentir e perceber. Articula o ser dentro do não ser. Dessa forma, é através do potencial criador que nosso raciocínio consciente se aprofunda, ligando-o ao intuitivo (até mesmo inconsciente), permitindo vivenciar o nosso ser e agir criativamente.
Para Urrutigaray (2004, a arte pode transferir o conteúdo interno de forma concreta:
A arte se converte em um elemento facilitador ao acesso do universo imaginário e simbólico, permitindo o desenvolvimento de potencialidades latentes ou rituais, bem como o conhecimento de si mesmo. Ao trabalhar com materiais plásticos o indivíduo tem a possibilidade de criar uma nova forma a partir de uma forma original. Materiais como argila, lápis, tinta, papel, etc, realizam por um lado a execução prática de uma idéia (fantasia, sentimento, conflito, etc.) como exercitam a inteligência ao dar uma nova configuração a um modo particular de ser. (p. 28)
Portanto, na Arteterapia são utilizadas técnicas artísticas variadas para provocar a comunicação verbal, que normalmente é camuflada pelo raciocínio. A troca de ideias e conceitos estimula o diálogo, que tem como principal objetivo a transformação pessoal. Ela possibilita a comunicação entre as pessoas e o encontro consigo mesmo.(  Cássia de Fátima da Silva Souza)

Mandalas

A expressão mandala provém de uma palavra da língua sânscrita, falada na Índia antiga, e significa, literalmente, um círculo, ainda que também (como composto de manda = essência e la = conteúdo) seja entendida como “o que contém a essência” ou “ a esfera da essência” ou ainda “o círculo da essência” (Green, 2005, p. 7).
Mandala significa círculo em palavra sânscrito. Mandala também possui outros significados, como círculo mágico ou concentração de energia, e universalmente a mandala é o símbolo da integração e da harmonia
A mandala é uma espécie de yantra (instrumento, meio, emblema) que em diversas línguas da península indostânica significa círculo. Em rigor, mandalas são diagramas geométricos rituais: alguns deles correspondem concretamente a determinado atributo divino e outros são a manifestação de certa forma de encantamento (mantra).

 

A sua antiguidade remonta pelo menos ao século VIII a.C. e são usadas como instrumentos de concentração e para atingir estados superiores de meditação (sobretudo no Tibete e no budismo japonês).
Carl Jung descreve as mandalas como quadros representativos ideais ou personificações ideais que se manifestam nos tratamentos psicoterapêuticos, interpretando-as como símbolos da personalidade no processo da individualização.
Compreender essa sensação angustiante, na qual não sabemos o caminho a tomar, só será possível com a mudança no modo de olhar. Refiro-me à necessidade de um olhar voltado para o todo, capaz de enxergar a realidade e sua complexidade. Ao que nos parece, a visão de rede encontrada na figura da mandala representa essa nova perspectiva, a luz no fim do túnel.
Palavra de origem sânscrita, mandala significa círculo. Antes de mais nada, a idéia de circularidade já nos remete para a necessidade de estarmos sempre girando, movimentado, revendo nossos posicionamentos. Dessa capacidade constante de ir e vir, de sempre mudar, é que nos vem a possibilidade de entendermos o mundo e seus complexos caminhos. Além disso, as raízes orientais da figura da mandala abrem caminho para a superação do antigo paradigma ocidental, cujas bases remontam à fragmentação do todo.
Refere-se a uma figura geométrica em que o círculo está circunscrito em um quadro ou o quadrado em um círculo. Essa figura possui ainda subdivisões, mais ou menos regulares dividida por quatro ou múltiplos de quatro. Parece irradiada do centro ou se move para dentro dele, dependendo da perspectiva
do indivíduo (Samuels, Shorter e Plaut, 1998).
 É utilizada de modo esquemático e, ao mesmo tempo, pode ser entendida em certas tradições religiosas como um resumo da manifestação espacial do divino, uma “imagem do Mundo” (Chevalier e Greerbrant, 2001 p. 585).
C. G. Jung assim se expressa sobre a mandala: “A palavra sânscrita mandala significa “círculo” no sentido habitual da palavra. No âmbito dos costumes religiosos e da Psicologia, designa imagens circulares que são desenhadas, pintadas, configuradas plasticamente, ou danças” (2002, pp. 385-387).
Mandala: conceituação
Vários autores, entre eles Jung (2002), Chevalier e Gheerbrant (2001), Samuels, Shorter e Plaut (1988), oferecemos auxílio para a compreensão da conceituação da mandala, que pode ser compreendida como círculo mágico, símbolo do centro, da meta e do si-mesmo, enquanto totalidade psíquica, de
centralização da personalidade e produção de um centro novo nela. Nesse sentido, Chevalier e Gheerbrant (2001, p. 585) explicitam que a mandala é, concomitantemente, a imagem e o motor da ascensão espiritual, que procede de uma interiorização cada vez mais elevada da vida. É ainda através de uma concentração progressiva do múltiplo no uno que o eu pode ser integrado no
todo e o todo reintegrado no eu. C. G. Jung recorre à imagem da mandala para designar uma representação simbólica da psique, cuja essência nos é desconhecida. Observou que essas imagens são utilizadas para consolidar o mundo interior e para favorecer a meditação em profundidade.
Entre as representações do Self, quase sempre encontramos a imagem dos quatro cantos do Mundo, com um centro de um círculo dividido em quatro.
Jung usou a palavra hindu mandala (círculo mágico) para designar esse tipo de estrutura, que pode ser compreendida como uma representação simbólica do átomo nuclear da pisque humana (Jung, 2002).
Chandra e Kumar (2005, p. 308) comentam:
As mandalas são diagramas circulares e esféricos para a visualização durante as práticas religiosas. É um dos maiores símbolos da experiência humana. Ela é a passagem de um estado para outro, ou seja, do material ao espiritual. Seu centro é uma entidade; sua periferia é a perfeição. É um instrumento visual para a concentração ou meditação introvertida que conduz à realização das formas sobrenaturais que se encontram na mandala. Admite-se que esse estado mental é de grande liberdade e espontaneidade interior em que a mente humana goza de tranqüilidade suprema, pureza e estabilidade Podemos entender assim: a mandala como um guia imaginário e provisório de meditação. Daí, a mandala pode se manifestar em suas combinações variadas de círculo e quadrado, o que se chama mundo espiritual e mundo material, respectivamente, assim como expressa a dinâmica das relações que os unem, em tríplice aspecto, ou seja, plano cósmico, antropológico e divino. No centro da mandala situa-se o trono da divindade eleita, sendo que a palavra do mestre é capaz de animá-la. Observa-se, pela atividade ritualística, que, segundo essa tradição, a mandala é compreendida como imagem e motor da ascensão espiritual. Essa ascensão espiritual, na tradição oriental,segundo Hinnels (1995), procede de uma interiorização cada vez mais elevada da vida e ainda de uma concentração progressiva do múltiplo no uno: ou seja, o “eu” reintegrado no Todo e o Todo reintegrado no “eu”. A escritora Fioravante (2002) admite que, além de guia de meditação, existe uma energia nos desenhos mandálicos, e procura oferecer uma classificação e explicação das suas funções.
Essas referidas mandalas podem ser regeneradoras, equilibradoras e mesmo ativadoras dos processos físicos, podendo produzir alterações energéticas positivas nos níveis material e espiritual do homem, de acordo com as tradições religiosas. Diz,textualmente: “O campo de força de uma mandala modifica a energia em vários níveis. Ele estimula a mente a equilibrar as emoções e ativa os processos físicos ajudando a restabelecer sua função plena. A mandala é uma fonte de cura” (Fioravante, 2002,p. 8). Sinaliza que a mandala é realmente um símbolo importante porque são imagens que contêm elementos opostos, agrupados em torno de um núcleo central.
Diz: “desse modo revela para o discípulo a interação de forças que operam no Cosmos, bem como dentro da própria psique” ( p. 85).
Explicam que a contemplação de uma mandala pode inspirar a serenidade e ajudar a reencontrar um sentido e ordem na vida. Verificaram que a mandala produz o mesmo efeito quando aparece espontaneamente nos sonhos do homem contemporâneo que ignora essas tradições religiosas orientais. Explicaram os autores mencionados, ainda, que as formas redondas das mandalas simbolizam, de maneira geral, a integridade natural, enquanto a forma quadrada representa a tomada de consciência dessa integridade. Jung verifica que a mandala possui dupla eficácia: conservar a ordem psíquica,se ela já existe; ou restabelecê-la, se ela desapareceu. Neste último caso, exerce uma função estimulante e criadora. (Monalisa Dibo)

 

Chakras e seus significados

Conhecendo os Chakras

MULADHARA CHAKRA

Significado do nome: Fundação, ou suporte da base.
Nome ocidental: Chakra Básico.
Localização: Localizado nos órgãos genitais e na pélvis, relacionado com as gônadas (glândulas sexuais), governa o sistema reprodutor. Este Chakra anima a substância do corpo físico, é a vontade, o poder e o instinto de sobrevivência. É base da montanha, a ligação com a Terra. Concentra as energias da Kundalinî, que uma vez despertadas e controladas progridem coluna acima, seguindo um padrão geométrico similar ao padrão apresentado na dupla hélice das moléculas de DNA, que contêm o có­digo da vida.
Aspectos a serem compreendidos: Sobrevivência, alimento, conhecimento, auto-realização, valores (segurança financeira, coisas materiais), sexo (procriação), longevidade e prazer.
Cor: vermelho em brasa para tonificar. É a cor mais quente e densa. Aquece e estimula a circulação. Estimula o fluido da medula espinhal e o sistema nervoso simpático; energiza o ligado, estimulando os nervos e músculos. Vitaliza e organiza o corpo físico. Violeta, azul ou rosa para sedar este Chakra.
Mantra: Lam (concentrando-se nos genitais).
Elemento: Terra - o mais denso dos elementos. É uma mistura dos quatro elementos: água, fogo, ar e éter.
Fase da vida: Desde a união do espermatozóide com o óvulo, até sete ou oito anos.
Funções: É o Chakra onde nasce e reside a energia kundalínica que se movimenta em espiral, pelas nadis Ida e Píngala, e distribui por todo o corpo do indivíduo o impulso de vida: é também o centro erótico do ser.

SWADHISTHANA CHAKRA
Significado do nome: Lugar-morada do ser ou o "fundamento de si próprio".
Nome em Português: Chakra Esplênico Umbilical ou Sexual.
Localização: Localizado na lombar e abaixo do umbigo no nível do púbis, está relacionado com as glândulas supra-renais, regendo a coluna vertebral e os rins. As supra-renais são constituídas por uma medula interna, coberta por um extrato chamado córtex e são responsáveis pela produção de adrenalina. Rege os rins, sistema reprodutor, sistema circulatório e bexiga. As energias como a paixão, a expansão, sensualidade e a criatividade são manifesta­das por este Chakra.
Aspectos a serem compreendidos: Poder de seduzir e atrair, criatividade e relacionamento.
Cor: Laranja - tonifica; é uma cor acolhedora e estimula a alegria. É uma cor social que traz otimismo, expansividade e equilíbrio emocional. Traz confiança, automotivação e senso de comunidade (auxilia a sair do choque). Azul ou verde para sedar.
Mantra: Vam (concentrando-se abaixo do umbigo).
Elemento: Água - forma circular - três quartos da Terra são co­bertos de água, três quartos do peso de uma pessoa são de água - a essência da vida. Os sons da água ampliam a vibração desse chakra, permitindo um fluxo sem obstruções.
Fase da vida: de 8 a 14 anos. Funções: Energia de criatividade, purificação e impulso emocional; é o centro da procriação, manifesta-se sexualmente, mas sob o aspecto de sensação e prazer; fantasias e desejos sexuais. Neste Chakra inicia-se a expansão da personalidade.

MANIPURA CHAKRA
Significado do nome: Cidade das Gemas ou Cidade das pedras preciosas.
Nome em Português: Chakra Plexo Solar.
Localização: Um pouco acima do umbigo. Rege o pâncreas, glândula que possui função exócrina e endócrina e que secreta o suco pancreático, cujas enzimas ajudam a digestão das proteínas, carboidratos e gorduras. A parte endócrina da glândula é formada por pequenos grupos de células chamadas ilhotas de langerhan, produtoras da insulina, que possuem um papel importante no controle do metabolismo da glicose. a área de influência deste Chakra é o sistema digestivo: estômago, fígado e a vesícula biliar, além do sistema nervoso.
Aspetos a serem compreendidos: Escolhas, dentro do possível, do que você quer. Individualidade, poder pessoal, como você se vê, sua identidade no mundo.
Cor: Amarelo dourado para tonificar. É ativador dos nervos mo­tores, exercendo influência no sistema nervoso. Estimula a bílis e possui ação vermífuga, diminui a função do baço, porém estimula a função do pâncreas, fígado e vesícula biliar. Fortalece as articulações, o sistema digestivo e linfático. É regenerador dos tecidos, acelerando o processo de cicatrização. Estimula a função peristáltica e o raciocínio lógico. Violeta, azul ou verde para sedar.
Mantra: Ram - o principal ponto de concentração durante a pro­dução deste som é o umbigo. Traz longevidade.
Elemento: Fogo, auxilia a digestão e a absorção do alimento fornecendo a energia vital.
Fase da Vida: De 14 a 21 anos.
Funções: Desenvolvimento do ego e da identidade individual; impulso de liderança; praticidade; trabalho.

ANAHATA CHAKRA
Significado do nome: "Intocado" ou "Som não produzido" (batidas do coração).
Nome em português: Chakra Cardíaco.
Localização: Situa-se na região do tórax e está conectado com a glândula timo, responsável pelo funcionamento do sistema imunológico. É o Chakra do coração, centro energético do amor.
A elevação das energias do Chakra do plexo solar até o coração acontece em indivíduos que estão desenvolvendo a capacidade de pensar e atuar em termos de coletividade.
Aspectos a serem compreendidos: amor, compaixão, perdão, verdade e gratidão.
Cor: Rosa, estimula o amor incondicional e verde é relaxante do sistema nervoso. A cor violeta seda esse centro.
Mantra: Yam - a concentração deverá estar centralizada no coração, desfazendo qualquer bloqueio na região cardíaca, proporcionando controle sobre o prana e a respiração.
Elemento: Ar, auxilia o funcionamento dos pulmões e do coração.
Fases da vida: 21 a 28 anos.
Funções: Intermedia os Chakras superiores e inferiores; impulso de se ligar à verdade, ao amor; reequilíbrio; altruísmo; compaixão. Este Chakra se expande em todas as direções e dimensões, como uma estrela de seis pontas.

VISHUDDHA CHAKRA
Significado do nome: Puro ou "Centro da Pureza".
Nome em português: Chakra Laríngeo.
Localização: Sobre a garganta, comunica-se com a glândula tireóide que está relacionada ao crescimento e aos processos oxidativos, e com as paratireóides que controlam o metabolismo do cálcio. Este Chakra governa pulmões, brônquios e voz. Está ligado à inspiração, à comunicação e à expressão com o mundo.
Aspectos a serem compreendidos: Comunicação interna e externa - esclarecimento que conduz ao estado divino, consciência e crenças (no que você acredita e se apega).
Cor: Azul, atua como tranqüilizante na aura e regenerador celular. Traz quietude e paz mental, estimula a busca da verdade, a inspiração, a criatividade, a compreensão, a fé (confiança na existência) e está associada à gentileza, ao contentamento, à paciência e à serenidade. Turquesa, estimula a comunicação em público. Para tonificar, laranja e violeta.
Mantra: Ham - concentra-se na garganta.
Elemento: Ar, mas num sentido mais sutil, associado ao som. Fases da vida: 28 a 35 anos.
Funções: Autoconhecimento; felicidade. Segundo o Satchakra Virupana, "quem alcança o conhecimento mediante a concentra­ção constante da consciência neste loto, converte-se num grande sábio e encontra a paz. O indivíduo se eleva e se purifica de todos os carmas; morre-se para o passado e nasce-se novamente para a realização da unidade".

AJNÃ CHAKRA
Significado do nome: Autoridade, poder, comando intuitivo.
Nome em Português: Chakra Frontal.
Localização: Entre as sobrancelhas, relaciona-se com a glândula pituitária.
Aspectos a serem compreendidos: Intuição e a consciência. Capacidade de se observar sem julgamento.
Cor: Dourado para concentração falta de memória e confiança. Violeta, tranqüilizante, calmante e purificador. Clareia e limpa a corrente psíquica do corpo e da mente, afastando problemas de obsessão mental e psicose.
Mantra: Om.
Elemento: Presença de todos os cinco elementos, com três gunas que são manas (mente), buddhi (intelecto), Ahankara e chitta (o ato de ser - o ser).
Fases da vida: 35 a 42 anos.
Funções: Austeridade; intuição; serenidade. É o chakra sede da Faculdade do Conhecimento: Buddhi: (conhecimento intuicional), Ahankara (eu), Indriyas (sentidos) e Manas (mente). É representado por um triângulo branco simbolizando a yoni e, no meio, um lingan (órgão masculino). No centro do Chakra está o yantra do som Om, o melhor objeto de meditação.
“Meditando nesse centro, o praticante W a luz'; como uma chama incandescente. Fulgurante como o Sol matutino, claramente brilhante, reluz entre o 'Céu e a Terra'” Satchakra Nirupana.

SAHASRARA CHAKRA
Significado do nome: Chakra das Mil Pétalas.
Nome em português: Chakra Coronário.
Localização: No topo da cabeça. E o portal da espiritualidade, do reconhecimento da existência de Deus em nós, no outro e em todo o universo.
Aspectos a serem compreendidos: Iluminação.
Mantra: Sham.
Elemento: Todos os elementos, inclusive o éter, em suas forças mais sutis.
Funções: Iluminação; espiritualidade plena; transcendência; manifestação do Divino. Segundo o Satchakra Nirupana: "O Lotus das mil pétalas é o mais brilhante e mais branco que a lua cheia, tem a sua cabeça apontada para baixo. Ele encanta. Seus filamentos estão coloridos pelas nuanças do Sol jovem. Seu corpo é luminoso, é aqui o objetivo final de Kundalinî após ativar os outros Chakras. O indivíduo que atinge a consciência do sétimo chakra realiza os planos da irradiação (torna-se iluminado como o Sol), das vibrações primordiais, da supremacia sobre o prana, do intelecto positivo, da felicidade, da indolência".Fonte: Humaniversidade
As mandalas nos transmitem determinadas irradiações que depende da conjunção dos símbolos e das cores que ela contém. A forma de como nós as recebemos vai depender da nossa personalidade, gosto, forma e momento em que a mandala interage com nós. Com um pouco de sensibilidade é possível perceber a irradiação que a mandala emana a qual, definitivamente, é de uma forma específica para cada pessoa.
Contudo, é possível associar as cores a determinados tipos de irradiações e seus efeitos sobre o ser humano, como é mostrado a seguir.

Números
O número de ordem pelo qual o mundo existe. O número implica forma, som e vibração, e subjaz na raiz do universo manifestado. Junto com as proporções harmônicas, dirige as primeiras diferenciações da substância homogênea em elementos heterogêneos e põe limite à mão formativa da natureza. Os números representam “idéias-forças”, cada um com forma, sentido, individualidade e caráter próprios, e a numerologia (ciência dos números) contém a chave de todo o sistema esotérico. Esta chave é aplicável a todo o universo, tanto às hierarquias criadoras como ao homem e ao mundo.
O significado simbólico dos números está ligado à seqüência numérica:
Zero – a eternidade, o “não ser”; oposto e reflexo da unidade, representa tudo que existe em estado latente e potencial.
Um – o princípio ativo, o Sol ou a primeira manifestação da energia criadora. Representa também a unidade espiritual.
Dois – o pólo feminino (a Divina Mãe) em contraste com o número um (o Divino Pai).
Três – a síntese espiritual, representando a tríade divina no processo de sua manifestação.
Quatro – símbolo da terra, da situação humana, dos quatro elementos da natureza, das quatro estações do ano e dos quatro pontos cardeais.
Cinco – o número do homem, o quinto elemento agindo sobre os quatro elementos da matéria.
Seis – o equilíbrio, a união do espírito e da matéria; a união dos triângulos positivo e negativo, formando a estrela de seis pontas.
Sete – o número da ordem perfeita, resultado da união do ternário (espiritual) e do quaternário (material).
Oito – símbolo do Logos ou do poder criativo universal e do equilíbrio dinâmico entre as duas forças opostas (masculina e feminina).
Nove – o número simbólico da humanidade e o número-raiz do presente estado de evolução humana.
Dez – o retorno à unidade e, ao mesmo tempo, a união final e o recomeço. É a totalidade do universo.
Onze – símbolo da transição, de excesso e de perigo.
Doze – símbolo da ordem cósmica e da salvação.
Treze – morte e renascimento, mudança e retomada após o final.

Base numérica 1:
Qualidades que estimulam: iniciativa, independência e inteligência.

Significado no plano material: dá impulso para a ação, ajuda o que se inicia.

No plano espiritual: ativa o livre-arbítrio, traz ajuda espiritual.

No plano emocional: dá segurança, gera auto-confiança.

No plano energético: ativa os processos físicos, tira o desânimo.


Base numérica 2:

Qualidades que estimulam: acolhimento, receptividade, carinho.

No plano material: amplia possibilidades materiais, traz fortuna.

No plano espiritual: traz sabedoria, desenvolve a aceitação.

No plano emocional: favorece a ligação com mãe e o cuidado com o próximo.

No plano energético: torna sensível, melhora a intuição.


Base numérica 3:

Qualidades que estimulam: comunicação, atenção, determinação.

No plano material: aumento das posses, ganhos.

No plano espiritual: influência sobre a matéria, generosidade.

No plano emocional: conquistas, desejos fortes, domínio, poder

No plano energético: ajuda a tratar a depressão, abre o coração.


Base numérica 4:
Qualidades que estimulam: atividade, realização, organização.

No plano material: construção, estabilidade financeira.

No plano espiritual: capacidade de receber amparo.

No plano emocional: segurança afetiva, conquistas.

No plano energético: aumento da energia física.


Base numérica 5:

Qualidades que estimulam: liberdade, confiança, naturalidade.

No plano material: viagens, vida social, mudanças rápidas.

No plano espiritual: ensina o desapego, traz bons fluidos.

No plano emocional: descontração, elimina a irritabilidade.

No plano energético: ativação de boas energias por meio de rituais.


Base numérica 6:

Qualidades que estimulam: conforto, lar agradável, família feliz, emprego.

No plano material: conforto, lar agradável, emprego.

No plano espiritual: harmonia, integração, religiosidade.

No plano emocional: aceitação das obrigações, casamento.

No plano energético: afasta energias exteriores.


Base numérica 7:

Qualidades que estimulam: fé, caridade, sabedoria.

No plano material: honras, reconhecimento, triunfo.

No plano espiritual: misticismo, aprendizado, intuição.

No plano emocional: estabilidade, calma, introspecção.

No plano energético: proteção, amparo, inspiração.


Base numérica 8:

Qualidades que estimulam: responsabilidade, persistência, seriedade.

No plano material: resultados do trabalho, recompensas, dinheiro.

No plano espiritual: poder, merecimento, julgamento correto.

No plano emocional: equilíbrio, serenidade, discernimento.

No plano energético: vitalidade, saúde, mente clara.


Base numérica 9:

Qualidades que estimulam: estudo, autocontrole, conscientização.

No plano material: pesquisa, poupança, investigação.

No plano espiritual: busca concretizada, evolução, descobertas.

No plano emocional: espera, calma, viver bem consigo mesmo.

No plano energético: conservação da energia, isolamento, defesa.


Base numérica 10:

Qualidades que estimulam: dinamismo, atividade, otimismo.

No plano material: aceleração, mudança de ciclo, sorte.

No plano espiritual: compreensão da roda da vida, aceitação.

No plano emocional: alegria, entusiasmo, impulsos para a ação.

No plano energético: ativação de processos energéticos, aceleração.


Base numérica 11:

Qualidades que estimulam: segurança, paciência, educação.

No plano material: força conquistadora, crescimento e manutenção.

No plano espiritual: ativação de dons espirituais natos, sabedoria.

No plano emocional: certeza de ser amado, doação, entrega.

No plano energético: controle de energias, boa administração dos recursos energéticos.


Base numérica 12:

Qualidades que estimulam: caridade, sinceridade, solidariedade.

No plano material: concretização, finalização, colaboração.

No plano espiritual: entendimento, conexão com seres iluminados.

No plano emocional: sentimentos leves, capacidade de ser amigo.

No plano energético: liberação de energia para suprir quem não tem

Análise das Mandalas
Este centro não pensando como sendo o “eu”, mas se assim se pode dizer, como o “si mesmo”. Embora o centro represente,por um lado, um ponto mais interior, a ele pertence também, por outro lado, uma periferia ou área circundante, que contém tudo quanto pertence a si mesmo, isto é, os pares de opostos, que constituem o todo da personalidade. (p. 352)
E é nesse contexto que Jung, na obra citada, verifica que o centro, primeiramente, pertence à consciência, depois, ao assim chamado inconsciente pessoal e, finalmente, a um segmento de tamanho indefinido chamado inconsciente coletivo, cujos arquétipos são comuns a toda humanidade.
Jung utilizou as mandalas como instrumento conceitual para analisar e assentar as bases sobre as estruturas arquetípicas da psique humana. O autor considerava que o comportamento humano se molda de acordo com duas estruturas básicas da consciência: a individual e a coletiva. A primeira se aprenderia durante a vida em particular; a segunda se herdaria de geração
em geração.

Green explica que:
Do ponto de vista psicológico, a mandala se definiria como a estrutura de um determinado comportamento da consciência coletiva do homem. Este se manifestaria claramente quando nossa consciência individual permanece em um estado de semivigília: são mandalas, por exemplo, esses desenhos abstratos que realizamos inconscientemente, numa folha de papel, mesmo quando estamos distraídos, por exemplo, assistindo a uma aula, reunião ou conferência desinteressante, ou simplesmente atendendo um telefonema e em outras situações. Estes desenhos, de uma ou de outra maneira, intentam compensar nossa dispersão mental e ordenar nesse preciso momento nossa
existência. Ao analisar estes desenhos, realmente comprovaremos que a maioria estão traçados a partir de figuras geométricas simples, geralmente, um círculo, um quadrado, uma espiral e outras. (2005, p. 22) Por isto, Moacanin (1999, p. 30) explicita que Jung observou que as mandalas surgem espontaneamente quando a psique está em processo de reintegração, em seguida a momentos de desorientação psíquica, como fator compensador da desordem. Portanto, Jung entende a mandala como uma tentativa de autocura,
inconsciente, a partir de um impulso instintivo, no qual o “molde rigoroso” imposto pela imagem circular com um ponto central, compensa a desordem do estado psíquico. Conclui o autor que a mandala é um arquétipo da ordem, da integração e da plenitude psíquica, surgindo como esforço natural de autocura.
( Monalisa Dibo)

Von Franz afirma:
O círculo (ou esfera) como um símbolo do “Self” expressa a totalidade da psique em todos os seus aspectos, incluindo o relacionamento entre o homem e a natureza [...] ele indica sempre o mais importante aspecto da vida: sua extrema e integral totalidade. (2002, p. 246)
Como Observamos nos desenhos abaixo.

Podemos observar na mandala acima as cores vermelhas e preta,e em evidencia 14 pontos de interrogação. Podemos analisar o numero 5-pois 4+1= 5
Segundo Jung o vermelho está associado ao fogo, que sugere calor, bem como o poder para destruir, purificar e transformar. Sugere um caminho para transformação e uma sabedoria mais profunda.Transformação psicológica necessária para a pessoa se tornar inteira. Tem significado positivos relacionados com a energia que precisamos para sobreviver, ter saúde e nos transformar, adquirindo mais sabedoria interior. O significado negativos da cor vermelha estão relacionados com feridas, com a fúria destrutiva e com o sofrimento. O significado apropriado, sugeridos pode ser determinado por meio dos padrões e significados, sugeridos pela mandala como um todo.È uma resposta natural ao equilíbrio hormonal oscilante do corpo  e pode indicar uma vontade de prosperar.

O preto está associado aquilo que não pode ser visto, que está além da percepção, como o lado escuro da lua. È um símbolo, apropriado para o inconsciente ou para a perda da consciência. Em termos psicológicos,a perda da consciência em geral diz respeito à perda do ego como um lócus de percepção. Essa cor está associado ao deus Saturno, que representa o inexorável desenrolar do tempo.. Pode sugerir uma matriz escura e aveludada para uma nova vida, a criatividade ilimitada do inconsciente ou o fascínio do desconhecido. Representa a escuridão interior que enriquece e dá profundidade à personalidade. Pode indicar uma depressão, negatividade e uma terrível perda daquilo que nos é familiar, o seu poder poderia ser melhor sintetizado por esta observação. Tida vida começa e termina em trevas.
Cinco – o número do homem, o quinto elemento agindo sobre os quatro elementos da matéria.

Base numérica 5:
Qualidades que estimulam: liberdade, confiança, naturalidade.
No plano material: viagens, vida social, mudanças rápidas.
No plano espiritual: ensina o desapego, traz bons fluidos.
No plano emocional: descontração, elimina a irritabilidade.
No plano energético: ativação de boas energias por meio de rituais.
A cor vermelha está associada ao chackra

MULADHARA CHAKRA
Significado do nome: Fundação, ou suporte da base.
Nome ocidental: Chakra Básico.
Localização: Localizado nos órgãos genitais e na pélvis, relacionado com as gônadas (glândulas sexuais), governa o sistema reprodutor. Este Chakra anima a substância do corpo físico, é a vontade, o poder e o instinto de sobrevivência. É base da montanha, a ligação com a Terra. Concentra as energias da Kundalinî, que uma vez despertadas e controladas progridem coluna acima, seguindo um padrão geométrico similar ao padrão apresentado na dupla hélice das moléculas de DNA, que contêm o có­digo da vida.
Aspectos a serem compreendidos: Sobrevivência, alimento, conhecimento, auto-realização, valores (segurança financeira, coisas materiais), sexo (procriação), longevidade e prazer.
Cor: vermelho em brasa para tonificar. É a cor mais quente e densa. Aquece e estimula a circulação. Estimula o fluido da medula espinhal e o sistema nervoso simpático; energiza o ligado, estimulando os nervos e músculos. Vitaliza e organiza o corpo físico. Violeta, azul ou rosa para sedar este Chakra.
Mantra: Lam (concentrando-se nos genitais).
Elemento: Terra - o mais denso dos elementos. É uma mistura dos quatro elementos: água, fogo, ar e éter.
Funções: É o Chakra onde nasce e reside a energia kundalínica que se movimenta em espiral, pelas nadis Ida e Píngala, e distribui por todo o corpo do indivíduo o impulso de vida: é também o centro erótico do ser.

Como podemos observar as cores em evidência são o verde, vermelho, preto.
Verde Saúde, cura, equilíbrio, paz, harmonia, descongestiona, desfaz, libera, limpa, alivia dor de cabeça e insônia
Vermelho- Coragem, antidepressivo, energizante, vitalidade, esquenta o sangue, libera adrenalina, fortalece, constrói células desfeitas, combate o medo e a exaustão
Preto- Ausência de cor, retrai, conecta com o mundo, se  sente bem... melhora, se  sente mal... piora
Segundo Jung o vermelho está associado ao fogo, que sugere calor, bem como o poder para destruir, purificar e transformar. Sugere um caminho para transformação e uma sabedoria mais profunda.Transformação psicológica necessária para a pessoa se tornar inteira. Tem significado positivos relacionados com a energia que precisamos para sobreviver, ter saúde e nos transformar, adquirindo mais sabedoria interior. O significado negativos da cor vermelha estão relacionados com feridas, com a fúria destrutiva e com o sofrimento. O significado apropriado, sugeridos pode ser determinado por meio dos padrões e significados, sugeridos pela mandala como um todo.È uma resposta natural ao equilíbrio hormonal oscilante do corpo  e pode indicar uma vontade de prosperar.
O preto está associado aquilo que não pode ser visto, que está além da percepção, como o lado escuro da lua. È um símbolo, apropriado para o inconsciente ou para a perda da consciência. Em termos psicológicos,a perda da consciência em geral diz respeito à perda do ego como um lócus de percepção. Essa cor está associado ao deus Saturno, que representa o inexorável desenrolar do tempo.. Pode sugerir uma matriz escura e aveludada para uma nova vida, a criatividade ilimitada do inconsciente ou o fascínio do desconhecido. Representa a escuridão interior que enriquece e dá profundidade à personalidade. Pode indicar uma depressão, negatividade e uma terrível perda daquilo que nos é familiar, o seu poder poderia ser melhor sintetizado por esta observação. Tida vida começa e termina em trevas.
Verde reflete a capacidade de nutrir, cuidar e proteger. Sugere a capacidade de tomar conta si próprio e, ao mesmo tempo, de oferecer apoio aos outros. O verde talvez seja um lembrete do poder que a vida tem de criar, curar e se renovar.
Podemos pensar na básica numérica 3

Base numérica 3:
Qualidades que estimulam: comunicação, atenção, determinação.
No plano material: aumento das posses, ganhos.
No plano espiritual: influência sobre a matéria, generosidade.
No plano emocional: conquistas, desejos fortes, domínio, poder
No plano energético: ajuda a tratar a depressão, abre o coração.
Verde me maior quantidade nos remete ao chakra.

ANAHATA CHAKRA
Significado do nome: "Intocado" ou "Som não produzido" (batidas do coração).
Nome em português: Chakra Cardíaco.
Localização: Situa-se na região do tórax e está conectado com a glândula timo, responsável pelo funcionamento do sistema imunológico. É o Chakra do coração, centro energético do amor.
A elevação das energias do Chakra do plexo solar até o coração acontece em indivíduos que estão desenvolvendo a capacidade de pensar e atuar em termos de coletividade.
Aspectos a serem compreendidos: amor, compaixão, perdão, verdade e gratidão.
Nas mandalas quando caracterizada pelo três, é possível que se estejam experimentando vitalidade, entusiasmo e ânsia de independência. Algum aspecto da espiritualidade ou crença pessoal pode estar sendo expresso. O três pode anunciar o começo de uma jornada heroica pelas trevas, onde se encontrarão sábios ensinamentos por meios de sonhos, histórias ou descobertas surpreendentes sobre o próprio individuo.

As cores em evidência inicial- vermelho azul e marrom.
Transformação. Azul escuro, azul claro e marrom,
Azul segundo Jung significa altitude e profundidade, está relacionado com os cuidados maternos, azul claro sugere amor incondicional, zelo e compaixão. Mais escuros podem estar relacionados com cuidados maternos dominadores, vorazes ou impessoais. Nos homens pode indicar passividade. Pode despertar da intuição, a obtenção de sabedoria e o desenvolvimento de uma filosofia de vida, mais profunda e significativa. Essa cor refere-se a capacidade de ver além do ciclo de morte/renascimento, isto é, realidade intemporal que transcende as formas visíveis.
Marrom faz lembrar a fertilidade do solo,talvez expresse a sensação de estar emperrado entre o impulso de ir e a inibição de não ir.Pode sugerir um conflito no relacionamento dom a mãe. Sugere a necessidade de libertar-se de uma situação que está ocasionando um sentimento de desconforto. A situação poderia ser de insegurança, de doença física real, talvez seja um ambiente de conflito, ou a existência de problemas que o individuo se sente incapaz de enfrentar(Luscher).
Talvez seja uma mensagem do inconsciente para que se reexaminem velhas feridas que ainda podem estar precisando de alguma atenção para serem curadas. Essa cor significada naturalidade, fertilidade e oportunidade para novos começos.O marrom pode indicar energia encoberta ou obstruída. Talvez queira ver se revela uma opinião desfavorável sobre si próprio, um bloqueio de energia ou necessidade de mais segurança.
Evidência o número três.
Nas mandalas quando caracterizada pelo três, é possível que se estejam experimentando vitalidade, entusiasmo e ânsia de independência. Algum aspecto da espiritualidade ou crença pessoal pode estar sendo expresso. O três pode anunciar o começo de uma jornada heroica pelas trevas, onde se encontrarão sábios ensinamentos por meios de sonhos, histórias ou descobertas surpreendentes sobre o próprio individuo.

Base numérica 3:

Qualidades que estimulam: comunicação, atenção, determinação.

No plano material: aumento das posses, ganhos.

No plano espiritual: influência sobre a matéria, generosidade.

No plano emocional: conquistas, desejos fortes, domínio, poder

No plano energético: ajuda a tratar a depressão, abre o coração.
Chakra azul

VISHUDDHA CHAKRA
Significado do nome: Puro ou "Centro da Pureza".
Nome em português: Chakra Laríngeo.
Localização: Sobre a garganta, comunica-se com a glândula tireóide que está relacionada ao crescimento e aos processos oxidativos, e com as paratireóides que controlam o metabolismo do cálcio. Este Chakra governa pulmões, brônquios e voz. Está ligado à inspiração, à comunicação e à expressão com o mundo.
Aspectos a serem compreendidos: Comunicação interna e externa - esclarecimento que conduz ao estado divino, consciência e crenças (no que você acredita e se apega).
Cor: Azul, atua como tranqüilizante na aura e regenerador celular. Traz quietude e paz mental, estimula a busca da verdade, a inspiração, a criatividade, a compreensão, a fé (confiança na existência) e está associada à gentileza, ao contentamento, à paciência e à serenidade. Turquesa, estimula a comunicação em público. Para tonificar, laranja e violeta.
Mantra: Ham - concentra-se na garganta.
Elemento: Ar, mas num sentido mais sutil, associado ao som. Fases da vida: 28 a 35 anos.
Funções: Autoconhecimento; felicidade. Segundo o Satchakra Virupana, "quem alcança o conhecimento mediante a concentra­ção constante da consciência neste loto, converte-se num grande sábio e encontra a paz. O indivíduo se eleva e se purifica de todos os carmas; morre-se para o passado e nasce-se novamente para a realização da unidade".

Podemos observar a cor em evidencia Prata, verde. Pingos ou gotas.
Considere a possibilidade de estar sendo fertilizado para o plantio de novas sementes que embora desconhecidas no momento, brotarão no futuro como uma inspiração , um novo projeto, ou, quem sabe, um filho. Processo natural de purificação interior.
Verde reflete a capacidade de nutrir, cuidar e proteger. Sugere a capacidade de tomar conta si próprio e, ao mesmo tempo, de oferecer apoio aos outros. O verde talvez seja um lembrete do poder que a vida tem de criar, curar e se renovar. Saúde, cura, equilíbrio, paz, harmonia, descongestiona, desfaz, libera, limpa, alivia dor de cabeça e insônia
Prata está relacionada com a lua, assim como o ouro está relacionado com o sol. Ela evoca em nós a imagem de cavaleiros em armaduras, joias cintilantes e a capacidade refletora dos espelhos. Remete ao caráter feminino. Sugere um empreendimento heroico de natureza de decididamente feminina. Isso pode indicar iniciativas em termos de saúde relacionamento ou criatividade  verbais das cores..Pode decorrer de uma escolha consciente, mas em alguns casos essa substituição não é descoberta até que se faça uma lista das associações

 

ANAHATA CHAKRA
Significado do nome: "Intocado" ou "Som não produzido" (batidas do coração).
Nome em português: Chakra Cardíaco.
Localização: Situa-se na região do tórax e está conectado com a glândula timo, responsável pelo funcionamento do sistema imunológico. É o Chakra do coração, centro energético do amor.
A elevação das energias do Chakra do plexo solar até o coração acontece em indivíduos que estão desenvolvendo a capacidade de pensar e atuar em termos de coletividade.
Aspectos a serem compreendidos: amor, compaixão, perdão, verdade e gratidão.
Cor: Rosa, estimula o amor incondicional e verde é relaxante do sistema nervoso. A cor violeta seda esse centro.
Mantra: Yam - a concentração deverá estar centralizada no coração, desfazendo qualquer bloqueio na região cardíaca, proporcionando controle sobre o prana e a respiração.
Elemento: Ar, auxilia o funcionamento dos pulmões e do coração.
Fases da vida: 21 a 28 anos.
Funções: Intermedia os Chakras superiores e inferiores; impulso de se ligar à verdade, ao amor; reequilíbrio; altruísmo; compaixão. Este Chakra se expande em todas as direções e dimensões, como uma estrela de seis pontas

Wilma Nubiato - Site: www.psicovia.com.br
E-mail: wilma.nubiato@yahoo.com.br
Rua Paulistania, 593 - Fone: (11) 3816-1137
Fátima Corga – Site: www.institutoluz.com.br
E-mail: fatima@institutoluz.com.br
Rua Berta, 29 – V. Mariana – Fone: (11) 5083-1590


Bibliografia consultada.
Monografia-
 ARTETERAPIA COMO POSSIBILIDADE PARA A FORMAÇÃO PESSOAL E PROFISSIONAL DO EDUCADOR - Cássia de Fátima da Silva Souza
www.alquimyart.com.br/.../2008_aracaju_se_SOUZA_cassia_de_fatima
MANDALA: UM ESTUDO NA OBRA DE C. G. JUNG
Monalisa Dibo Mestranda em Ciências da Religião – PUC-SP
www.piroalquimista.com.br/Coresdasmandalas.htm
mandalasevmat.blogspot.com/.../mandalas-simbologia-dos-nmeros.h
mandalamystica.com.br/.../significado-esoterico-dos-simbolos-nas-mand...
Emotional Freedom Techniques

www.eftbr.com.br/
EFT - Acupuntura Emocional sem Agulhas e a Psicologia Energética
www.eft-psicologia-energetica.com/

A EFT é uma técnica recente que combina a acupuntura chinesa com a psicologia moderna, com resultados surpreendentes.
Grande parte das pessoas tem enorme dificuldade em lidar com uma boa saúde mental e física. Talvez esse seja o seu caso também. Se você já está cansado(a) de sentir esse vazio e não consegue o que quer e procura crescer e vencer, então você chegou no lugar certo.

 

Com a EFT você pode trabalhar em si, buscando sempre o que eu chamo de um equilíbrio contínuo. E o mais interessante, você mesmo(a) pode se aplicar. E assim receber toda a força, energia e capacidade para a autocura.
O que é a EFT
A técnica da EFT (sigla em inglês para Emotional Freedom Techniques, ou Técnica de Libertação Emocional) foi desenvolvida pelo americano Gary Craig há menos de duas décadas. Ela faz parte de um revolucionário grupo de técnicas no campo da psicologia energética e baseia-se na ciência da acupuntura chinesa. Dentre todas as práticas da acupuntura emocional, a EFT destaca-se por ser a mais simples e fácil de se aplicar e apresenta, de modo geral, resultados equivalentes ou até mais eficazes. Ela oferece uma possibilidade de alívio rápido e efetivo a vários problemas emocionais, além de mostrar resultados bastante positivos no campo dos problemas físicos. Tudo isso ocorre pois ela neutraliza a resistência ou sentimento de defesa que existe em nós.

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